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Sem apreço do PPS, PFL busca aliados
“O PFL não foi procurado de nenhuma forma pelo PPS”. A revelação partiu ontem do presidente regional do PFL e ex-prefeito de Várzea Grande, Jaime Campos, após convocar a reunião da Executiva do partido, na segunda-feira, com as bancadas federal e estadual, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e candidatos às eleições deste ano. “O PPS não tem aquele apreço pelo PFL e as pessoas não têm interesse”, resumiu o dirigente da legenda.
O partido não descarta inclusive deixar os cargos no governo. “Não temos nenhuma dificuldade para isso”, respondeu Jaime Campos. A partir da reunião, o PFL quer ficar livre para procurar novos aliados, ou seja, partidos fora do arco da composição Mato Grosso Mais Forte, responsável pela eleição de Blairo Maggi em 2002. O entendimento de líderes pefelistas é que, em se mantendo a verticalização, o foco para a coligação é o PSDB. O próprio senador Jonas Pinheiro disse ontem que a tendência é o partido apoiar a candidatura do também senador Antero Paes de Barros (PSDB).
O líder do PFL na Assembléia Legislativa, deputado Dilceu Dal Bosco, afirmou que, mantida a verticalização, a população vai entender a coligação entre o seu partido e os tucanos. O parlamentar disse que vai convidar outras lideranças da região Norte para participar do encontro, porém adiantou que a agremiação tem que se preparar para duas posições que podem ser seguidas a partir de agora.
Para Jonas, a medida mais ponderada seria aguardar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Jonas, que não admite disputar o governo, diz que a tendência em Mato Grosso é acompanhar a verticalização, ou seja, o PFL seguir junto com o PSDB.
“Sou senador e vou apoiar Antero se coligarmos em nível nacional”, ressaltou Jonas Pinheiro. Quanto ao fato do PFL continuar na base de sustentação do governo, o senador respondeu: “Até a quarta-feira de Cinzas estava tudo bem”.
Dal Bosco disse que reeditar a coligação Mato Grosso Mais Forte só será possível para o partido se Jaime Campos for o candidato ao Senado. Ele diz não ter problemas em se aliar com os tucanos e nem com os pepessistas.
O deputado Humberto Bosaipo disse que vai para a reunião para ouvir e debater propostas. “Somos soldados do partido e temos que obedecer”, afirmou o parlamentar.
Conforme Jaime Campos, pelo que está acontecendo juridicamente, tem que abrir entendimentos com outros partidos. Para ele, fica impedido de reeditar a coligação Mato Groso Mais Forte. Segundo ele, também os candidatos a deputado federal e estadual estão ficando preocupados pela falta de encaminhamentos.
Na segunda-feira, na reunião da Executiva do PSDB, o partido vai escolher uma comissão para tirar entendimentos com outras legendas.
O partido não descarta inclusive deixar os cargos no governo. “Não temos nenhuma dificuldade para isso”, respondeu Jaime Campos. A partir da reunião, o PFL quer ficar livre para procurar novos aliados, ou seja, partidos fora do arco da composição Mato Grosso Mais Forte, responsável pela eleição de Blairo Maggi em 2002. O entendimento de líderes pefelistas é que, em se mantendo a verticalização, o foco para a coligação é o PSDB. O próprio senador Jonas Pinheiro disse ontem que a tendência é o partido apoiar a candidatura do também senador Antero Paes de Barros (PSDB).
O líder do PFL na Assembléia Legislativa, deputado Dilceu Dal Bosco, afirmou que, mantida a verticalização, a população vai entender a coligação entre o seu partido e os tucanos. O parlamentar disse que vai convidar outras lideranças da região Norte para participar do encontro, porém adiantou que a agremiação tem que se preparar para duas posições que podem ser seguidas a partir de agora.
Para Jonas, a medida mais ponderada seria aguardar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Jonas, que não admite disputar o governo, diz que a tendência em Mato Grosso é acompanhar a verticalização, ou seja, o PFL seguir junto com o PSDB.
“Sou senador e vou apoiar Antero se coligarmos em nível nacional”, ressaltou Jonas Pinheiro. Quanto ao fato do PFL continuar na base de sustentação do governo, o senador respondeu: “Até a quarta-feira de Cinzas estava tudo bem”.
Dal Bosco disse que reeditar a coligação Mato Grosso Mais Forte só será possível para o partido se Jaime Campos for o candidato ao Senado. Ele diz não ter problemas em se aliar com os tucanos e nem com os pepessistas.
O deputado Humberto Bosaipo disse que vai para a reunião para ouvir e debater propostas. “Somos soldados do partido e temos que obedecer”, afirmou o parlamentar.
Conforme Jaime Campos, pelo que está acontecendo juridicamente, tem que abrir entendimentos com outros partidos. Para ele, fica impedido de reeditar a coligação Mato Groso Mais Forte. Segundo ele, também os candidatos a deputado federal e estadual estão ficando preocupados pela falta de encaminhamentos.
Na segunda-feira, na reunião da Executiva do PSDB, o partido vai escolher uma comissão para tirar entendimentos com outras legendas.
Fonte:
Diário de Cuiabá
URL Fonte: https://reporternews.com.br/noticia/314332/visualizar/
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