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Politica Brasil
Terça - 23 de Maio de 2006 às 06:48

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Os agricultores que participam das manifestações contra a crise do setor retiraram, no fim de semana, as máquinas das rodovias em alguns dos pontos de bloqueio no Rio Grande do Sul. Para evitar as multas determinadas pela Justiça em caso de manutenção e reincidência dos bloqueios, os protestos podem ser transferidos para trevos próximos a São Luiz Gonzaga, Giruá, Ijuí e Entre-Ijuís, onde os produtores realizaram manifestações.(fonte: Zero Hora) A retirada das máquinas das rodovias por parte dos agricultores, porém, não significaram a volta à normalidade nas pistas. Depois de ficarem mais de 24 horas sem poder seguir viagem, caminhoneiros que tiveram a passagem bloqueada por produtores rurais na BR-158, em Itaara, decidiram protestar também. Mas contra os produtores rurais. Ontem à tarde, dezenas de caminhões foram atravessados na pista, perto da Fazenda Philipson. Por mais de duas horas, ninguém atravessou a barreira. O congestionamento chegou a 10 quilômetros em cada sentido da rodovia. O direito de ir e vir é para todos, não exclui quem faz carreto de arroz. Então, se quem está trabalhando não pode passar, quem está passeando também não – explicou o caminhoneiro Elói Cardoso. Em Giruá os produtores só deixaram a RS-344 no sábado à tarde. Hoje reuniões serão realizadas pelos integrantes dos protestos para decidir o que será feito. No trevo das rodovias BR-285, RS-522 e RS-342, em Ijuí, o trânsito foi liberado no final da noite de sexta-feira. A partir de agora vamos pensar em novas formas de manter a mobilização e podemos, talvez, começar os protestos em outros pontos – afirmou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Ijuí, Julio Gabbi. Em São Borja, na Fronteira Oeste, os manifestantes usaram tratores para impedir a passagem de caminhões que transportem grãos no trevo de acesso ao município. Em Dom Pedrito, na região da Campanha, o bloqueio acontece na BR-293 próximo à entrada da cidade e também atinge apenas veículos com cargas agrícolas. As manifestações, segundo um dos representantes dos ruralistas, Rodrigo Menna Barreto, deve se repetir pelo menos até quinta-feira, quando a categoria tem um encontro marcado com o presidente Lula, em Brasília, para buscar alternativas para a crise no setor. (fonte: Zero Hora)

Pesquisa da CNA mostra os números da crise que atinge agronegócio Os agricultores brasileiros (76%) esperam colher menos nesta safra que a anterior. Os pecuaristas (98%) acreditam que a atividade está em crise. Ambos (57% e 75%, respectivamente) terão perda de rentabilidade ou enfrentarão prejuízo a curto prazo. Estes são alguns dos resultados da pesquisa realizada ao longo do mês de abril com 7.849 produtores de todo o País pelo Projeto Conhecer da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Os dados foram divulgados na semana passada na sede da entidade, em Brasília. (fonte: Correio do Estado) Com relação à agricultura, 76% dos entrevistados informaram que irão colher menos nesta safra em comparação à anterior. Tal resultado se deve, basicamente, a três fatores: diminuição da utilização de insumos (26%), problemas climáticos e ataque de pragas ou doenças (30%) e diminuição da área plantada (20%). Dos que admitiram redução, 16% projetam que ela será superior a 50%. O levantamento apurou, ainda, que 70% dos agricultores demitiram ou deixaram de contratar empregados para trabalhar na atual safra, na qual 57% projetam que terão prejuízo. Um dos responsáveis por este quadro de dificuldades, na avaliação de 43% dos consultados, foi o aumento dos custos. A maioria informou que os custos foram superiores em até 25%. No setor pecuário, 75% dos produtores consultados registraram perda de renda há dois anos, enquanto 23% encontram-se nesta situação nos últimos 12 meses. Em razão da crise, 66% sentiram-se obrigados a reduzir as matrizes bovinas dos seus rebanhos.Pelo mesmo motivo, 66% disseram que pretendem reduzir as áreas de pastagem, substituindo-as por culturas agrícolas, 88% faturarão menos neste ano em relação ao anterior e 53% declararam reduzir a utilização de insumos, o que pode comprometer a produtividade. (fonte: Correio do Estado)

SP Embryo Show destaca CEN 975 Raia, Ópera, Valenciana e Espanhola Cadú Novaes, tradicional criador proprietário da marca Nelore CEN, de Valparaíso/SP, promoverá nesta quarta-feira, a partir das 20 horas, o novo São Paulo Embryo Show. O remate virtual será transmitido pelo Canal Rural. Sua realização, que estréia no calendário de Cadú, é resultado da parceria Nelore CEN com Nelore Telc, de César e Hilda Ciampolini. (fonte: Matriz da Comunicação) Ao todo o leilão comercializará 35

SP sedia Feira de Agroenergia e Biocombustíveis A capital paulista sediará o maior evento internacional de agroenergia e biocombustíveis do mundo. A Feira Internacional de Agroenergia e Biocombustíveis será promovida pelo BrasilAgro de 13 a 15 de novembro. (fonte: Agência CNA) O evento pretende mostrar ao Brasil e ao mundo a tecnologia desenvolvida nos últimos 30 anos para a produção de biocombustíveis - etanol, biodiesel e células combustível a hidrogênio, que usam o álcool anidro como fonte de matéria-prima. O público-alvo da feira serão usineiros, produtores de cana-de-açúcar, produtores de grãos, além de Indústrias de óleos vegetais e indústrias de biodiesel. (fonte: Agência CNA)

Comissão aprova tarifa elétrica reduzida para aquicultura A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou ontem o Projeto de Lei 5703/05, do Senado, que prevê o estabelecimento de tarifas especiais, dentro da política de eletrificação rural do governo, para promover o desenvolvimento da aqüicultura. A aqüicultura é o processo de criação em cativeiro de organismos com hábitat predominantemente aquático, tais como peixes, camarões e rãs, para alimentação.(fonte: Agência Câmara) Pela proposta, essa atividade passa a ser uma das prioridades do poder público, entre as medidas de incentivo estabelecidas pela Lei de Política Agrícola (8171/91). Redução de custos O relator da proposta, deputado Zonta (PP-SC), recomendou sua aprovação por considerar importante reduzir os custos de produção da aqüicultura e, assim, ampliar a oferta de peixes e crustáceos à população brasileira. Segundo ele, há necessidade de renovação constante de grandes vazões de água nos tanques de criação, geralmente abastecidos por estações de bombeamento acionadas por motores elétricos, o que torna o consumo de energia um dos principais itens do custo de produção. "Nos últimos anos, a perversa combinação de câmbio defasado e aumentos das tarifas de energia elétrica acima da inflação têm tornado a atividade deficitária", defendeu. Tramitação O projeto, que tramita em caráter conclusivo, já havia sido aprovado pela Comissão de Minas e Energia e será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. (fonte: Agência Câmara)

Meio Ambiente discutirá venda de hormônio bovino A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável realizará audiência pública, em data a ser definida, para discutir a produção e a comercialização do hormônio bovino BST – substância conhecida também como somatotropina bovina. Segundo o autor da proposta, deputado Edson Duarte (PV-BA), o hormônio é um produto transgênico utilizado para aumentar a produção de leite.(fonte: Agência Câmara) O deputado ressaltou que, segundo notícias recentes, o Ministério da AGRICULTURA planeja manter no mercado produtos fabricados com a substância, já proibida na Europa e no Canadá, mas ainda liberada nos Estados Unidos. Duarte informou que a proibição foi causada por suspeitas de que o leite produzido pelo BST seja causador de câncer. Alerta ao consumidor O parlamentar lembrou ainda que a substância também provoca mastite (inflamação das mamas) nas vacas que o recebem. Segundo Duarte, nos Estados Unidos, o leite com BST, ao ser comercializado, recebe no rótulo a expressão "contém BST", como alerta ao consumidor. "No Brasil não temos nenhum controle sobre isso", destacou. Edson Duarte enfatizou que a existência de uma lei que determina a rotulagem dos transgênicos não garante que a medida seja cumprida. "A população está consumindo um produto que pode lhe causar câncer, e não está ciente do perigo que corre", reclamou. Convidados <>O deputado sugeriu que sejam convidados para a audiência representantes dos ministérios da AGRICULTURA e da Saúde; da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e estudiosos da área

Seminário discutirá políticas para a suinocultura A Comissão de AGRICULTURA, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural promove na quarta-feira (24) seminário para avaliar as políticas de desenvolvimento da suinocultura no País. Lideranças políticas e representantes da cadeia produtiva do setor discutirão mudanças na atual legislação que garantam soluções para problemas em áreas como o impacto da suinocultura no meio ambiente, a estruturação de uma política sanitária nacional e medidas de fomento a adoção de processos de qualidade. (fonte: Agência Câmara) Outro objetivo do seminário, segundo o autor do requerimento que propõe a realização do evento, deputado Zonta (PP-SC), é mobilizar um grupo de parlamentares para acompanhar a tramitação de demandas estratégicas do setor. Linha de crédito Um das propostas dos produtores é a liberação de recursos para projetos de redução do impacto ambiental da suinocultura, com a implantação de uma linha de crédito com juro zero e prazo de amortização de até dez anos. A linha de crédito foi aprovada pela Câmara Setorial de Aves e Suínos em fevereiro deste ano, mas precisa ainda do aval do Ministério da AGRICULTURA junto ao Conselho Monetário Nacional. Os produtores também devem cobrar a implantação do plano nacional da suinocultura, anunciado pelo Ministério da AGRICULTURA no início deste ano. A intenção do governo com a medida é garantir o desenvolvimento sustentável do setor. Consumo interno Os produtores também discutirão medidas para ampliar o consumo interno de carne suína, calculado em cerca de 12 quilos per capita/ano, o que é considerado baixo em relação a outros países. A Dinamarca, por exemplo, consome em torno de 76 quilos per capita/ano. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtores e Exportadores de Carne Suína (Abipecs) mostram que o Brasil exportou 2,6 milhões de toneladas em 2005, o que representa um valor de 1,2 bilhões de dólares ( aproximadamente R$2,8 bilhões). Na avaliação da entidade, em 2006, deve haver uma expansão em torno de 10% nas exportações do setor. Convidados Foram convidados para o evento: - o presidente da Câmara, deputado Aldo Rebelo; - o ministro da AGRICULTURA, Roberto Rodrigues; - o presidente da Confederação Nacional da AGRICULTURA e Pecuária do Brasil (CNA), Antônio Ernesto de Salvo; - o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas; - a diretora do Departamento das Indústrias Intensivas em Mão-de-Obra e Recursos Naturais (Deorn) do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Aneli Dacas Franzmann; - a presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Rubens Valentini; - a presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro Camargo Neto. Durante o evento, será assinado o termo para criação da Frente Parlamentar da Suinocultura. A abertura do seminário, que será realizado no auditório Nereu Ramos, está marcada para as 9h30. (fonte: Agência Câmara)

Na Agrishow, cana foi a estrela e ninguém falou em soja A crise do agronegócio se refletiu claramente na Agrishow 2006, e nem poderia ser diferente. Soja foi uma palavra proibitiva, nenhum empresário, nenhum produtor parecia querer se lembrar da soja, do milho, do algodão. Só se falou em cana, do segmento sucroalcooleiro. Grãos de forma alguma estiveram na pauta de conversas da Agrishow 2006, encerrada na sexta-feira passada, em Ribeirão Preto (SP).(fonte: Correio do Estada) região é canavieira há muitos anos. Mas o setor, embora de grande importância para São Paulo e o País, nunca teve o destaque e nunca foi a vedete da festa. Mas neste ano, em função da dura realidade do setor de grãos, que vive dias de baixíssima rentabilidade, a cana-de-açúcar ganhou total destaque e importância. Tanto que se prevê uma expansão extraordinária no segmento sucroalcooleiro nos próximos cinco anos principalmente: para São Paulo se fala em 80 novas usinas de açúcar e álcool; em Mato Grosso do Sul, 20 novas usinas. Sem contar as indústrias previstas para outros Estados como Minas e, até mesmo, o Rio Grande do Sul. O Correio Rural esteve na Agrishow e foi facilmente sentido que as grandes empresas presentes à feira, especialmente as grandes montadoras de tratores e colheitadeiras, mostraram também essa tendência para a cana-de-açúcar, lançando produtos para este segmento, muito embora, especialmente por terem atuação no mercado global, encarem a situação atual do segmento de grãos (leia-se soja, milho, algodão etc.) como algo passageiro, não muito duradouro. Na verdade, estas grandes empresas têm "gordura" para queimar e não estão muito abaladas com o quadro de extrema dificuldade que, por exemplo, os produtores vivem pela baixa rentabilidade do negócio nos dias atuais. Assim sendo, a grande maioria apresentou na feira novos produtos para o setor canavieiro, é claro, justamente por ser este a vedete da Agrishow 2006. Mas também mostraram outros produtos, as melhorias feitas em produtos lançados nos anos anteriores, mas na expectativa de aproveitarem esse "boom" da cana-de-açúcar e assim garantir vendas que possam vir a compensar as perdas que têm ocorrido desde o ano passado nas vendas de máquinas e equipamentos para o segmento de grãos. Assim foi com a Valtra, a CNH, a Massey Fergunson, a Volvo, a Cummins que fornece motores para as montadoras, e também para a Good Year e tantas outras empresas que, apesar de tudo, estiveram presentes com seus estandes nesta que, certamente, foi a Agrishow de menor público e de menores vendas na história da feira de máquinas e implementos agrícolas. (fonte: Correio do Estada)

Clima adverso reduz colheita de soja no Maranhão A colheita de soja no sul do Maranhão ainda não chegou ao fim, mas os produtores rurais já contabilizam as perdas na safra. Dados extra-oficiais do Sindicato Rural dos Produtores de Balsas (Sindbalsas) sinalizam que a safra poderá ser menor que 1 milhão de toneladas. A região, que tem Balsas e mais 18 municípios produtores, responde por mais de 90% da produção estadual. (fonte: Gazeta Mercantil) Inicialmente, a colheita era projetada em 1,033 milhão de toneladas, mas acredita-se que as perdas climáticas serão superiores a 25% da produção. Os principais fatores que contribuíram para a diminuição da safra foram um veranico no início do plantio e o excesso de chuvas durante o período de colheita, a partir de março. Houve atraso na colheita. Choveu quase todos os dias dos meses de março e abril, o que atrapalhou muito a colheita e ainda comprometeu a qualidade dos grãos. (fonte: Gazeta Mercantil)

MS: Estado desapropria 227 kms de áreas rurais para asfaltar 2 rodovias O governador do Estado publicou, na edição desta segunda-feira do Diário Oficial do Estado, o Decreto nº 42, de 18 de maio de 2006, que declara de utilidade pública, para fins de desapropriação, uma área rural com um total de 227 quilômetros para a implantação da obra de pavimentação asfáltica das rodovias MS-165 e MS-299, no trecho que compreende Sanga Puitã, Aral Moreira, Coronel Sapucaia, Paranhos e Sete Quedas. (fonte: Midiamax News) Ainda conforme o Decreto, fica a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) autorizada a adotar as providências necessárias à efetivação das desapropriações por via amigável ou judicial, na forma da legislação vigente. Além disso, fica o governo do Estado autorizado a invocar caráter de urgência para efeito de imissão de posse nas áreas abrangidas pelo Decreto. A medida atinge pelo menos 104 fazendas, chácaras, estâncias e sítios. Além disso, o decreto de desapropriação atinge também alguns lotes e glebas localizados ao longo do trecho citado. As áreas previstas para desapropriação se situam na faixa de domínio de 70 metros, dos lados direito e esquerdo da rodovia. (fonte: Midiamax News)

Carne de frango: a menor oferta em 14 meses Os dados do setor relativos à oferta interna de carne de frango apontam que o volume disponibilizado em abril passado - 506 mil toneladas - correspondeu ao menor nível dos últimos 14 meses. Ou seja: mais recentemente, abaixo de abril/06 só fevereiro/05, quando a disponibilidade interna ficou em 457,1 mil toneladas. (fonte: Avisite) Mas o que o gráfico abaixo também mostra é que, nos 24 meses analisados, só em quatro ocasiões a oferta interna apresentou resultado negativo em relação ao mesmo mês do ano anterior, a última delas em abril passado. Porém, há uma diferença radical entre a menor oferta mais recente e as outras três anteriores. Porque enquanto em maio de 2004, junho de 2004 e abril de 2005 a oferta interna negativa resultou de uma explosão nas exportações (aumentos, em relação ao ano anterior, de 58,73%, 53,29% e 62,54%, respectivamente), desta vez a evolução negativa resultou apenas da redução na produção, já que também as exportações do mês recuaram 10,68%. Era praticamente inevitável que isso viesse a ocorrer. Pois, como mostra o gráfico, na maior parte do período analisado, a oferta interna do setor registrou variações anuais bastante superiores a 5%, o que já denotava expectativas de exportação não concretizadas. Ou será que alguém, em sã consciência, apostava numa evolução anual do consumo interno superior a 5%? Aliás, assumindo-se que o setor alcançasse o milagroso incremento de 5% ao ano no consumo interno, conclui-se - a partir da média disponibilizada no trimestre maio-julho de 2004 (482,2 mil/t) - que só em dezembro de 2005 a oferta interna deveria estar chegando às 515 mil toneladas. No entanto, praticamente desde novembro de 2004 o disponibilizado internamente se mantinha acima desse nível, chegando ao ápice em janeiro passado, quando foram disponibilizadas internamente 650 mil toneladas de carne de frango – quase 150 mil toneladas a mais que o disponibilizado em abril. Agora, façam-se as contas e veja-se o que isso representa em termos de oferta/consumo diário. As 650 mil toneladas de janeiro distribuídas por 31 dias corresponderam a um volume/dia da ordem de 20.974 toneladas. Já as 506 mil toneladas de abril (30 dias) representam volume diário de 16.866 toneladas de carne de frango, quase 20% a menos que o alcançado em janeiro. Essa é uma das maiores vitórias que o setor obteve em sua história. Mas, infelizmente, corre o risco de ser esquecida rapidamente. Pois, no atual passo produtivo, logo a disponibilidade interna de carne de frango estará novamente superando as possibilidades do consumidor. (fonte: Avisite)

Programa do biodieses não será interrompido, diz Rodrigues A adição de 10% de óleos vegetais ao óleo diesel, anunciada ontem (18) pelo presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, após reunião do Conselho Nacional de Política Energética, não interromperá o processo de fabricação do biodiesel. (fonte: Agência Brasil) "Os processos são complementares, o programa do biodiesel seguirá normalmente", informou o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, que também participou da reunião. O novo tipo de combustível, batizado de Hbio, utilizará óleos extraídos da mamona, do girassol, do dendê e de soja, por exemplo, o que reduzirá a importação de óleo diesel e contribuirá para a qualidade ambiental, já que levará menor quantidade de enxofre e maior quantidade de cetano. A mistura será feita diretamente nas refinarias. "O Hbio é um produto inovador. Com ele, o Brasil sai na vanguarda. Vai impactar muito positivamente na indústria brasileira. Com este novo processo, será possível reduzir a dependência em petróleo. Ele é um casamento da indústria do petróleo com o agronegócio", disse Roberto Rodrigues, ao lembrar que há 30 anos o Brasil criou o álcool combustível, o que representou uma revolução para o país. Segundo o presidente da Petrobras, a expectativa é de que em 2007 já sejam produzidos cerca de 256 mil metros cúbicos e no ano seguinte, cerca de 425 mil metros cúbicos. Gabrielli informou que já foram realizados diversos testes comerciais com o Hbio, tanto em laboratório quanto em refinaria, e que foi possível comprovar que o novo produto é economicamente viável. "Ele tem um custo muito inferior ao do diesel importado", disse. A produção, garantiu, não implicará custo adicional para a estatal. (fonte: Agência Brasil)

Piscicultura é um forte aliado na hora da crise Essa foi a maior mensagem deixada por todos os presentes durante o 3º Simpósio de Piscicultura - cooperativismo e desenvolvimento sustentável das pisciculturas em Mato Grosso do Sul, realizado hoje, dia 19, na 42ª Expoagro no Parque de Exposições, em Dourados-MS. Já na abertura, Francisco Eduardo Custódio do Sindicato Rural e Mário Artemio Urchei, chefe-geral da Embrapa Agropecuária Oeste, empresa vinculada ao Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, comentaram a enorme oportunidade da atividade frente à realidade. (fonte: Conesul News) O evento abriu o ciclo de simpósios e palestras, sendo promovido pelo Sindicato Rural e Embrapa Agropecuária Oeste, com co-realização da Cooperativa MS-Peixe, Idaterra, Câmara Setorial de Piscicultura, UFMS, UEMS e Unigran e apoio do Sebrae, Douramix e Mar & Terra. A pesquisadora da Embrapa, Márcia Ishikawa, relatou a construção e solidificação do Núcleo de Pesquisa em Aqüicultura de MS – Nupaq, coordenado pela Embrapa em parceria com diversas instituições e que “representa um grande passo para o desenvolvimento da cadeia produtiva”. A veterinária, responsável pelo primeiro Laboratório de Pesquisa em Piscicultura do Estado, recém-inaugurado na Embrapa, lembrou que o “Nupaq-MS não veio só para apoiar as pesquisas, mas também para fortalecer os piscicultores”. Para o vice-presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Mato Grosso do Sul (OCB-MS), Valdir Pimenta da Silva, o setor ficará cada vez mais consolidado através da estruturação de todos os membros. “O cooperativismo é uma alternativa valiosa para organizar a sociedade, onde a ação do grupo interfere, totalmente, na comunidade inserida”, ressalta. Valdir destacou ainda que a cooperativa deve ser vista como uma empresa, pois “mercados como o do leite e trigo são, basicamente, sustentados por elas”. Os arranjos produtivos locais (APL) foram assuntos de Carlos Alberto do Valle, gerente de Agronegócios do Sebrae-MS, que novamente frisou a importância da “integração entre todos os componentes envolvidos na cadeia produtiva”. Valle mencionou que por meio dessas ações é possível melhorar a qualidade da produção de peixes cultivados, e conseqüentemente, a renda do piscicultor. O próximo passo do programa de APL “é mobilizar e trabalhar os piscicultores, técnicos e pesquisadores para a aquisição do selo de qualidade em nossos produtos”. A piscicultura tem crescido nos últimos anos devido ao desenvolvimento de tecnologias adaptadas às espécies produzidas e a importação de insumos e equipamentos adequados ao Brasil. Mário Urchei revelou que “apenas 1/3 do nosso potencial em piscicultura é aproveitado, temos capacidade para ampliar e aproveitar esse mercado”. Tilápias - o mercado consumidor tem-se mostrado extremamente interessado em tilápias, com isso o manejo e o custo de produção das mesmas, ministrado por José Américo Boscaine, gerente-coordenador do Idaterra, foi um tema muito bem-vindo. Segundo ele, para o piscicultor investir em tilápias terá que atender a algumas necessidades básicas da espécie, entre elas, áreas apropriadas e tanques com qualidade e quantidade de água adequada. “Sabe-se que para 1 ha de lâmina é preciso 10 litros/seg de água correndo. A vazão é indispensável para a produção de tilápias”. (fonte: Conesul News)

Expectativa para leilão de soja não é boa, diz analista O presidente da BMMS (Bolsa de Mercadorias de Mato Grosso do Sul) Carlos Eduardo Dupas disse hoje, em entrevista ao Bom Dia MS, que não são boas as expectativas em relação ao leilão do Prop (Prêmio de Risco para Opção Privada de Venda) de soja, que realizado amanhã pela Conab (Companhia Nacional do Abastecimento). O pregão ocorrerá, a partir das 10h (horário de Brasília), por meio do SEC (Sistema Eletrônico de Comercialização), com a interligação de bolsas de cereais, de mercadorias e/ou de futuros de todo o país.(fonte: Campo Grande News) Segundo Dupas, não deve haver grande demanda pelo leilão porque 60% da produção de soja já foram comercializadas e o prêmio a ser pago pelo pregão só deverá ser liberado no ano que vem. Na operação, será ofertado prêmio para a aquisição de até 2 milhões de toneladas de soja da safra 2005/2006, produzida em Mato Grosso do Sul e mais nove estados e no Distrito Federal. Podem participar indústrias de beneficiamento de soja e comerciantes que comprovem o escoamento do produto para fora dos estados produtores. Dupas explicou que os produtores vêm sofrendo prejuízos há dois anos. Ele tem vendido a dólar alto em 3,20 e colheu com dólar baixo de 2,50. A expectativa, segundo Dupas, é que o produtor seja remunerado agora. O leilão de Prop ocorre em duas etapas. Na primeira (23), os compradores disputam o prêmio de risco, que será cotado de forma percentual decrescente e cujo valor inicial está estipulado da seguinte forma: R$ 1.575 por cada contrato de 27 toneladas para o produto da BA, MS, MA, PI, TO e do sul do MT, R$ 2.700 por contrato para o produto do PA, RO e do norte do MT e R$ 900 por contrato para o DF, GO e MG. Na segunda etapa, a ser realizada a partir de 6 de junho, os arrematantes dos prêmios lançarão contratos privados de opção de venda, pelos quais adquirem o produto pelo valor de referência, de R$10.800 para GO, MG e o DF, R$ 10.575 por contrato para BA, MS, MA, PI, TO e sul do MT e R$ 10.125 para o PA, RO e o norte do MT. (fonte: Campo Grande News)

Grupo de sem-terra marcha em direção ao Incra Um grupo de sem-terra seguia em caminhada esta manhã por ruas de Campo Grande tendo como ponto de concentração a sede do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), na área central. Ligados ao MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra), eles não falaram sobre a organização e propósito da movimentação. Os sem-terra tinham uma pauta de reivindicações. (fonte: Campo Grande News) Entre as reivindicações estão o cumprimento das metas do Plano Nacional de Reforma Agrária em 2006; atualização dos índices de produtividade e estruturação e fortalecimento do Incra; educação no campo, com construção de escolas e capacitação de professores; qualidade nos assentamentos; políticas que priorizem a agricultura familiar e ainda denuncia ação do agronegócio que, segundo a carta, destrói meio ambiente e só visa lucro com exportação de produtos da monocultura. O grupo não apontou liderança ou alguém que pudesse falar sobre o protesto. Apenas relataram que são do acampamento Carlos Marighela, na saída para Três Lagoas. O grupo não relatou quanto tempo pretende ficar no órgão público. (fonte: Campo Grande News)

Queda no consumo de feijão preocupa especialistas O feijão sempre fez parte da dieta dos brasileiros, no entanto, nos últimos anos observa-se uma redução constante no consumo /per capita/ do produto. Enquanto em 1975 o consumo /per capita /de feijão girava em torno de 18,5 kg/hab/ano, em 2002 este consumo caiu para aproximadamente 16,3 kg/hab/ano (-11,9%). (fonte: Embrapa Arroz e Feijão) Este fato tem preocupado os especialistas da cadeia produtiva do feijão. Algumas das possíveis causas desta queda do consumo /per capita/ no Brasil estão relacionadas com a substituição por fontes de proteína de origem animal, o êxodo rural, bem como, a mudança de hábitos alimentares com o advento do ‘/fast food’/, além das fortes flutuações de oferta e preços e a demora para o preparo do produto (falta de praticidade). "A cadeia produtiva do feijão está sendo desafiada a encontrar novas oportunidades de mercado para o produto. No mercado interno, por exemplo, poderíamos reforçar o seu valor alimentar, através de campanhas de conscientização junto aos consumidores, para estimular o consumo", informa Alcido Elenor Wander, socioeconomista da Embrapa Arroz e Feijão . Outra opção apontada por Alcido é a busca do mercado internacional: "É uma opção mas, no entanto, não há informações suficientes e confiáveis, até o momento, sobre as reais possibilidades de o Brasil vir a ser um ‘/player’ /(destaque) importante no mercado mundial de feijão", observa. Os pesquisadores da Embrapa Arroz e Feijão realizaram um levantamento de dados junto a FAO sobre produção, comércio e consumo de feijão no Brasil e no mundo. Comparou-se o consumo per capita e a produção de feijão nos últimos 30 anos (1975-2004) nos principais países produtores e consumidores. A produção brasileira de feijão em grão aumentou de 2.282,5 mil toneladas para 3.054 mil toneladas (+33,8%) no período 1975-2004 graças ao aumento da produtividade média de 550,5 kg/ha para 757,2 kg/ha (+37,5%). Este aumento da produtividade permitiu atender o aumento da demanda interna, em função do crescimento populacional, e ainda liberou aproximadamente 112 mil hectares para outras atividades. Internacionalmente houve aumento moderado da área colhida (+11,5%), um aumento maior do rendimento (+26,7%) e, conseqüentemente, um aumento ainda maior da produção (+41,3%) de feijão neste mesmo período. Enquanto o consumo /per capita /dos brasileiros caiu 12% entre 1975 e 2002 (de 18,5 para 16,3 kg/hab/ano), o consumo /per capita /mundial caiu 18% no mesmo período, passando de 2,8 kg/ano em 1975 para 2,3 kg/ano em 2002. Apesar do constante aumento da produção, em torno de 30%, e da redução do consumo /per capita /de feijão, o Brasil ainda possui uma ampla demanda insatisfeita, que é abastecida com importações, especialmente de grão tipo preto; em valores, estas importações líquidas têm ultrapassado a margem dos US$ 20 milhões anuais. Entre os dez países com maior consumo /per capita /de feijão estão o Burundi, Nicarágua, Ruanda, Uganda, Quênia, Brasil, El Salvador, Cuba, Coréia do Norte e o México. Considerando-se as importações líquidas (exportações - importações), destacam-se países como a Índia, Japão, Cuba, Itália e Brasil, como os maiores compradores mundiais de feijão. Para que o Brasil possa buscar estes mercados ele precisa, além de abastecer o mercado interno, desenvolver produtos (melhoramento genético) que atendam às preferências dos consumidores daqueles países. Apesar da diminuição do consumo /per capita/ e do aumento da produção, o Brasil ainda importa anualmente quantidades consideráveis de feijão. O país precisa definir estratégias para alcançar a auto-suficiência em feijão, sendo de crucial importância que sejam conduzidos estudos para identificar as preferências dos consumidores de países importadores como Índia, Japão, Cuba, Itália e outros que o Brasil poderia passar a abastecer no futuro. (fonte: Embrapa Arroz e Feijão)

CNA pede fim da tributação sobre insumos A produção pecuária brasileira tem sofrido com as alíquotas dos Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Nesse sentido, representantes do Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), devem ir ao Congresso Nacional na próxima sexta-feira (26/05) para tratar do assunto com o líder do governo no Senado, Aloízio Mercadante (PT-SP). (fonte: Agência CNA) A cobrança dessas contribuições tem encarecido em 9,25% o custo das rações, refletindo diretamente nos valores da produção. No caso da pecuária de corte, por exemplo, a ração representa 23% dos custos totais. Na pecuária de leite, 40%. (fonte: Agência CNA)

Bolivia:Terras e insumos mais baratos atraem produtores O pecuarista mato-grossense Bento Ferraz Pacheco está há 30 anos na região de fronteira com a Bolívia, no município de Vila Bela da Santíssima Trindade (562 quilômetros ao Sudoeste de Cuiabá). Ele exclama que durante todo este período nunca presenciou um caso de aftosa na região e destaca que o boi criado dos dois lados da faixa de fronteira são de qualidade. Há dez anos expandiu a atividade agropecuária para a Bolívia, onde, em sociedade com outro produtor, possui 16 mil hectares (ha) voltados à pecuária. (fonte: Diário de Cuiabá) Segundo ele, o valor das terras e de importantes insumos à atividade, como o diesel, são bem baixos, se comparado aos preços adotados, principalmente no Estado. “Lá [Bolívia] o litro do diesel oscila entre R$ 1. O salário mínimo do país é de R$ 200”, justifica a sua expansão. Ele frisa que “quem está na legalidade, não deve temer”. Questionado sobre a situação geral dos mato-grossenses com terras na Bolívia, Bento acredita que cerca de 20% das mil propriedades estejam na condição de ilegais. “Ou seja, quem está na faixa de fronteira vai sofrer o ônus do descumprimento à constituição daquele país”. Ele reforça: “quem está acima dos 50 quilômetros da faixa de fronteira, trabalha com autorizações pata desmate, gera emprego e renda dentro da Bolívia não pode ser considerado em situação ilegal”, observa. Bento conta que na fazenda gera 60 empregos. Optando pelo sigilo dos investimentos feitos na Bolívia, Bento frisa que, apesar da notícia de nacionalização das terras impressionar, ele está tranqüilo porque está na legalidade. “Acredito que tudo que está sendo dito até agora tem muito de sensacionalismo da imprensa. Penso que desapropriar terras legalizadas e produtivas seria uma medida drástica e que acabaria com a Bolívia. Atualmente, 80% da soja produzida lá vem de lavouras de brasileiros”. (fonte: Diário de Cuiabá)

Reforma Agrária na Bolivia: Mil propriedades são de mato-grossenses Produtores rurais de Mato Grosso estão com um olho nas decisões do Palácio do Planalto e outro nos pronunciamentos do presidente da Bolívia, Evo Morales. Além de dividir as atenções com os problemas nacionais que estão há dois anos inviabilizando a agropecuária nacional, surge uma nova preocupação: a reforma agrária boliviana, que promete a expropriação de terras no país vizinho que estiverem em situação irregular. Estimativas de lideranças mato-grossenses revelam que cerca de mil propriedades da Bolívia pertencem a produtores do Estado. (fonte: Diário de Cuiabá) De acordo com o diretor da Associação dos Proprietários Rurais de Mato Grosso (APR/MT), Paulo Resende, essas mil propriedades se dividem entre lavouras de soja e pasto para pecuária. “Não temos como estimar o volume de hectares destas mil fazendas, mas são propriedades de todos os tamanhos”. O ruralista conta que a notícia de uma reforma agrária -- precedida pela polêmica com a nacionalização do gás natural -- “causa apreensão nos produtores do Estado. Ninguém tem noção de como isso vai ser efetivado. Considero o anúncio do presidente boliviano uma agressão à democracia e à iniciativa privada”. Resende aponta que apesar da união dos produtores mato-grossenses, por meio de associações, nada pode ser feito. “Isso é um assunto para ser tratado e abraçado pela diplomacia brasileira. E é isso que esperamos da União”. A MEDIDA - O ministro de Planejamento da Bolívia, Carlos Villegas, promete para até o início de junho os detalhes da reforma agrária boliviana. As primeiras informações dão conta que brasileiros e outros estrangeiros que não tiverem comprovante da compra de terras na Bolívia serão obrigados a entregá-las ao governo, que as distribuirá às comunidades indígenas do país. Em uma entrevista a BBC Brasil, Villegas explicou que as medidas de “nacionalização” das terras e dos hidrocarbonetos bolivianos não devem causar surpresa ao Brasil ou a qualquer outro país. “Tenho certeza de que no Brasil não permitiriam a permanência de empresas e pessoas ilegais, que não respeitam a legislação brasileira. Se isso acontecesse, nos colocariam num avião e nos mandariam de volta para a Bolívia”. A Constituição da República da Bolívia estabelece que nenhum estrangeiro tem o direito sobre a terra numa faixa de 50 quilômetros ao longo da fronteira. (fonte: Diário de Cuiabá)

SC:Chuva ainda é insuficiente para a seca A chuva que vem caindo sobre o Vale do Itajaí desde sexta-feira deve continuar até quinta. Moderada e insuficiente para eliminar a seca. Além de não ser o bastante, a instabilidade do tempo pode trazer outro problema: a volta da cunha salina. No Oeste do Estado, a situação é semelhante, ainda é preciso mais chuvas para resolver por completo a situação. (fonte: Diário Catarinense) Alguns pontos, no entanto, ganham mais fôlego. De acordo com o meteorologista Maurici Monteiro, do Centro de Recursos Hidrometeorológicos (Ciram) da Epagri, a chuva deve amenizar a fase crítica da seca mas não faz subir o nível dos rios. O Itajaí-Açú estava, na noite de ontem, com 0,85 metro. Como o mar está agitado, com possibilidades de ondas altas, tem grande chances de invadir o leito na maré alta. (fonte: Diário Catarinense)

Cerca de 100 mil fazendas podem ser incluídas na reforma agrária Cerca de 100 mil propriedades rurais do Brasil podem ser incluídas no Plano de Reforma Agrária do Governo federal com a adoção de novos critérios – em discussão nos ministérios – que definem as propriedades improdutivas. Pelo estudo, em Mato Grosso do Sul uma fazenda de soja será considerada improdutiva se forem obtidas 20 sacas de soja por hectare. Os novos parâmetros foram instituídos com dados da Pesquisa Agrícola Municipal de 2000 a 2004, tomando-se por base a variação de cada Estado ou região, levando-se em consideração 558 microrregiões geográficas, em substituição aos números fixados com base em levantamento de 1975.(fonte: Correio do Estado) As informações foram apresentadas ao Congresso Nacional na semana passada na reunião da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Federal, que teve a presença do senador sul-mato-grossense Antonio João (PTB) no debate. Participaram o coordenador-geral do Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Caio França; e o coordenador-geral de Estudos e Informações Agropecuárias da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Régis Norberto da Cunha Alimandro, a senadora Ana Julia Carepa (PT/PA) e o senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA). Os índices serão atualizados, conforme explicação dos representantes dos dois ministérios, seguindo-se os dados da Pesquisa Agrícola Municipal de 2000 a 2004, tomando-se por base a variação de cada Estado ou região, levando-se em consideração as 558 microrregiões geográficas estabelecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo Caio França, as regras só atingiriam 2% das 4,7 milhões de propriedades do Brasil, o que corresponde a cerca de 100 mil áreas. O representante do MDA afirmou que em São Paulo, pelo índice vigente, a produtividade esperada para o milho é de 1,9 tonelada por hectare. Entretanto, a média de produtividade para a cultura, apurada em 2003 pelo IBGE, foi de 4,75 toneladas por hectare. Ele citou, para explicar questionamento do senador Antonio João, que em Mato Grosso do Sul será considerada improdutiva a fazenda que produzir 20 ou menos sacas de soja por hectare, completando que são produzidas 39 sacas/ha. Para a pecuária, os critérios são diferentes, sendo que foram consideradas oito zonas em todo o País, sendo que um Estado pode agrupar mais de uma zona, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Caio França disse ainda que a revisão do índice é uma exigência da Lei 8.629/93, que indica a necessidade de atualização periódica que reflita o desenvolvimento tecnológico e "amplie a capacidade do governo de aumentar a reforma agrária". A atualização dos índices de produtividade é feita por ato administrativo conjunto dos ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário. O artigo 5º da Constituição federal de 1988 determina que a propriedade rural deve atender à função social com o cumprimento de quatro condições: aproveitamento racional e adequado; utilização adequada dos recursos naturais e preservação do meio ambiente; obediência às regras das relações de trabalho; e exploração que favoreça o bem-estar de proprietários e trabalhadores. Debate O senador Antonio João demonstrou preocupação com a elevação do índice e também com a falta de infra-estrutura após o assentamento de famílias. Citou o caso da Fazenda Itamarati, em Ponta Porã, onde a União gastou R$ 200 milhões para adquirir a área e grande parte dos assentados estão arrendando seus lotes. "Os assentados arrendam as terras para os produtores e ficam esperando para saber qual o lucro que vão ter. Eles não plantam porque não têm tecnologia, não têm condições de comprar um trator", completando que "daqui a pouco o Ministério da Reforma Agrária vai fazer a reforma agrária dentro da reforma agrária". O senador enfatizou isso porque não existe um projeto do Governo federal para ajudar o produtor a aumentar sua produção. "Eu não ouvi falar que se o produtor tiver índice baixo o Governo tem estudo legal para dizer como ele poderá produzir mais. O Governo afirma que se não der o índice legal, vamos tomar as terras de vocês", completando: "então me preocupa quando começam a estabelecer índices maiores em relação à produtividade. O Governo vai apenas tomar terras sem ter resultados", enfatizando a necessidade de serem oferecidas condições de produção para o assentado. O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) demonstrou preocupação com a elevação do índice, que poderia não levar em conta características regionais e tornar propriedades produtivas passíveis de desapropriação. Também ressaltou que muitos assentamentos não são produtivos. Já Ana Júlia Carepa (PT-PA), autora do requerimento da audiência e que presidiu a reunião, afirmou que o debate desmistificou a questão. Ela afirmou que o Governo não está querendo "tomar mais terra", uma vez que os novos critérios atingem apenas 2% das propriedades, uma vez que "a concentração fundiária no País é altíssima". (fonte: Correio do Estado)

Produtores fecham rodovia na divisa SC/PR em protesto pela crise Cerca de 2.500 produtores rurais se concentrarão na rodovia SC-467, quilômetro 16, em Abelardo Luz, na divisa interestadual Santa Catarina/Paraná, às 10 horas da manhã desta segunda-feira, 22 de maio, para um ato público seguido de obstrução da rodovia. A manifestação está sendo preparada em conjunto pelos Sindicatos Rurais de Abelardo Luz (SC) e de Palmas (PR), anunciou a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) . (fonte: Faesc) Faesc decidiu retomar as manifestações de protesto em todo o território barriga-verde e não esperar pelo novo "pacote" agrícola que o governo deve anunciar entre os dias 23 e 25. Piquetes serão montados a partir de segunda-feira, 22, em várias rodovias federais e estaduais de Santa Catarina em uma nova série de protestos, anunciou o vice-presidente da Faesc, Enori Barbieri. Os piquetes serão mantidos até a divulgação do plano emergencial de apoio à agropecuária brasileira. As barreiras serão montadas nos municípios de Abelardo Luz, Campo Erê, Campos Novos, Mafra e Araranguá. Em Abelardo Luz, o protesto - cujo ponto alto será o bloqueio do tráfego e possivelmente a queima de uma máquina agrícola - reunirá todas as entidades do agronegócio e produtores do oeste catarinense e do sudoeste paranaense. "Vivemos consecutivas frustrações de safras devido à estiagem, perdemos receitas devido à queda de preços, os insumos estão muito caro e as exportações se tornaram um mau negócio. Por isso, o resultado é a insolvência da atividade agrícola caso o Governo Federal não ajude os agricultores a superar os prejuízos acumulados", destaca o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Abelardo Luz, Orides Dal Ben. No Brasil, mais de 80% dos produtores estão endividados em face das sucessivas crises que se abateram sobre o setor primário da economia, agravadas pelo mau resultado projetado para 2006. (fonte: Faesc)

Ministro da Agricultura fala na reunião do Conselho Internacional do Café O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, faz palestra na 95ª reunião do Conselho Internacional do Café, que ocorre hoje em Londres (Inglaterra). O encontro é promovido pela Organização Internacional do Café (OIC). No fim da manhã, reúne-se com membros da International Meat Trade Association e, em seguida, participa de almoço oferecido pela Câmara Brasileira de Comércio no Reino Unido. (fonte: Agência Brasil) À tarde, em companhia do ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, reúne-se com o representante do Office of Science and Innovation, David King. No encontro, serão discutidas questões sobre biocombustíveis, especialmente etanol, e o programa de cooperação Reino Unido-Brasil-África. Na seqüência, Rodrigues reúne-se com o diretor-executivo do International Grains Council, Etsuo Kitahara. (fonte: Agência Brasil)

Ambientalistas organizam passeata contra soja em Santarém O clima está "tranqüilo" na passeata organizada hoje (21) pela organização não-governamental (ONG) Greenpeace em Santarém (PA). A informação é de uma das coordenadoras do ato, Tatiana de Carvalho. "Está sendo um momento de desabafo e de mostrar que não é todo o povo de Santarém que tem a mesma opinião dos sojeiros. Existem pessoas aqui que estão juntos com o Greenpeace, contra o desmatamento, contra a soja e a favor da produção familiar", afirmou Tatiana em entrevista à Agência Brasil. (fonte: Agência Brasil) Na última sexta-feira (19), o navio Arctic Sunrise, do Greenpeace, bloqueou o terminal graneleiro construído pela multinacional norte-americana Cargill em Santarém. O clima entre os produtores de soja e os ativistas foi de tensão e o navio foi removido do terminal por dois rebocadores da Marinha. Segundo coordenadores do Greenpeace, os sojeiros chegaram a invadir o navio e obrigaram voluntários a se trancarem no porão. Os ativistas protestam contra o avanço da soja na Amazônia e contra a construção do terminal sem estudos de impacto ambiental. Os sojeiros alegam que o discurso ambientalista do Greenpeace é um pretexto para esconder interesses internacionais comerciais, que temem a concorrência da soja brasileira. Tatiana afirmou que a expectativa do movimento é reunir cerca de 800 pessoas na passeata entre trabalhadores rurais, pescadores, quilombolas, índios e ambientalistas. "A gente está se concentrando em frente ao mercadão municipal, no estacionamento. Esse local foi escolhido por ser um local público que simboliza a produção familiar. É aonde são comercializados os produtos dos pequenos agricultores", destacou a coordenadora. O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Santarém, Adinor Batista, disse à Agência Brasil que a passeata "foi fraca" e que amanhã (21) ele irá se reunir com os produtores da região para programar uma manifestação em defesa da categoria e contra a presença dos ativistas. A passeata ocorre pela orla de Santarém e termina em frente ao terminal construído pela Cargill. "Vamos servir comidas típicas aos manifestantes", disse Tatiana. De acordo com ela, cerca de 100 policiais militares acompanham o ato. Além do Greenpeace, organizaram a passeata o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém, a Frente de Defesa da Amazônia e o Grupo de Trabalho Amazônico (GTA). (fonte: Agência Brasil)

Pecuaristas discutem preço do boi No próximo dia 26, representantes dos pecuaristas devem ir ao Congresso Nacional apresentar os números da crise no setor e pedir ao governo soluções para o preço do boi, que teve seu valor reduzido em até 40%. “As causas da crise se concentram basicamente na queda do dólar”, informou o presidente do Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antenor Nogueira. (fonte: Agência CNA)Nogueira explicou que a arroba do boi tem sido vendida a US$ 20, uma média considerada histórica. Com a desvalorização da moeda norte-americana em relação ao real, o preço passou de R$ 62,00, em 2003, para R$ 43,00. Outro fator que tem prejudicado os pecuaristas são os custos de produção. Mesmo com a queda do dólar, o valor dos insumos se manteve estável. O encontro dos pecuaristas será com o líder do governo no Senado, Aloízio Mercadante (PT-SP). (fonte: Agência CNA)

Fundoleite deve ser concluído até sexta O novo projeto de criação do Fundoleite deve ser concluído esta semana para o envio à Assembléia Legislativa. A principal divergência que tem entravado o processo está relacionada à determinação dos percentuais de contribuição que manterão o fundo, explicou o secretário estadual da Agricultura, Quintiliano Vieira. 'Por mim, o projeto irá para a Assembléia em breve', declarou.(fonte: Correio do Povo) O setor produtivo torce que a proposta passe por reformulações, pois o projeto original vetado pelo governador Germano Rigotto não atendia às necessidades da cadeia leiteira. Conforme Vieira, a SAA ouviu entidades e parlamentares durante o processo de formulação do texto. A Fetag/RS sugeriu que, no caso do marketing do leite, as empresas e os produtores entrem com 25% cada um e o governo estadual com os 50% restantes, adiantou o assessor da Fetag, Eliziário Toledo. (fonte: Correio do Povo)

Arrozeiros reforçam bloqueio A partir de amanhã os arrozeiros intensificam ações no Estado coibindo a saída do cereal na altura de Osório, na BR 101. O diretor de mercado da Federarroz, Marco Aurélio Tavares, reitera que a mobilização será específica para reter o trânsito do grão em casca e beneficiado. 'O objetivo não é prejudicar o fluxo normal de carros, mas impedir a circulação de arroz até que novas medidas de apoio sejam anunciadas pelo governo federal.(fonte: Correio do Povo) Os protestos deverão contar com reforço de produtores de SC e de municípios como Torres, Santo Antônio da Patrulha, Viamão, Capivari do Sul, Palmares e Mostardas. Em Bagé, um grupo de 20 agricultores montou acampamento na BR 153. Um caminhão que transportava o cereal retornou a Bagé e outro, com destino a SP, permanecia até ontem à noite barrado na estrada. O presidente da Associação dos Arrozeiros de Bagé, Ricardo Zago, diz que o bloqueio não tem data para encerrar. Em Itaara, no Km 299, da BR 158, a mobilização começou no sábado, mas encerrou no início da noite de ontem por determinação da Justiça. Durante o bloqueio, caminhões com arroz não passaram. (fonte: Correio do Povo)

Produtor vai à Justiça por preço Da mesma forma que os produtores acataram decisão judicial para deixar as estradas, a Farsul quer que a Justiça assegure que a lei do preço mínimo também seja cumprida. A direção da federação discute, hoje, com sua área jurídica de que forma pedirá o cumprimento dos valores mínimos nas comarcas municipais que tiveram liminar contra o bloqueio dos produtores. (fonte: Correio do Povo) 'Se a lei tem que ser cumprida, a do preço mínimo também. Agora não nos concedem liminar para garantia desses valores e exigem o cumprimento da lei. São dois pesos e duas medidas', diz o presidente da Farsul, Carlos Sperotto. Em 2005, a entidade entrou com pedido de liminar, mas não teve sucesso. O dirigente acredita, porém, que a partir de hoje as manifestações serão ampliadas. 'Estão ocorrendo assembléias permanentes dos produtores, decisões que estão sendo tomadas por eles mesmos, mas que deverão durar até o anúncio do Plano de Safra.' Em Ijuí, o movimento será redefinido nesta manhã em assembléia no entroncamento da BR 285 com as rodovias RS 342 e RS 522. O presidente do Sindicato Rural de Ijuí, Valdir Zardin, sinaliza que existem várias propostas, mas descartou a retomada dos bloqueios das rodovias. Ontem, os agricultores mantiveram pelo sexto dia seguido o acampamento às margens das rodovias e integraram ato ecumênico pela morte de Rafael Brickmann na quinta-feira à noite. O presidente da Fetag, Ezídio Pinheiro, frisou que fará contatos hoje com lideranças. 'Serão retomados movimentos na terça-feira por tempo indeterminado', disse, sem indicar os locais. 'Há movimentos espontâneos e pode ter outro tipo de ação.' A Fetraf suspendeu atos até audiência com o presidente Lula, na quinta-feira. 'Após o anúncio do pacote, repensaremos os protestos', afirmou o coordenador Altemir Tortelli. (fonte: Correio do Povo)

Soja RR pode chegar a 65% da área O fornecimento de sementes certificadas de soja com a tecnologia Roundup Ready poderá cobrir até 65% da área cultivada com a oleaginosa no Rio Grande do Sul na safra 2006/07, o que equivale a 2,6 milhões de hectares. A projeção é baseada nos 80 mil hectares de campos inscritos para produção de semente legalizada no Ministério da Agricultura e Abastecimento. Na safra 2005/06, o setor sementeiro disponibilizou no mercado o suficiente para implantar 400 mil hectares, o que representava apenas 10% dos 4 milhões de hectares ocupados com o plantio de soja.(fonte: Correio do Povo) O presidente da Associação dos Produtores e Comerciantes de Sementes e Mudas do Rio Grande do Sul (Apassul), Narciso Barison Neto, espera que, neste ano, a venda decole. Na safra passada, a comercialização das sementes certificadas trangênicas empacou. Entre setembro e dezembro de 2005, foram negociadas somente metade das 600 mil sacas de 40 quilos, basicamente de soja RR. O dirigente reclama que a liberação de financiamento e de seguro pelo governo federal para quem usou semente própria ocasionou a baixa demanda. Barison espera que, com a elevação do potencial de fornecimento, isso não se repita. Os produtores que adquiriram sementes certificadas de soja contendo a tecnologia Roundup Ready da Monsanto possuem um crédito, nominal e intransferível, válido por uma safra. O produtor que adquire semente certificada fica isento do pagamento do royalties pelo uso não-autorizado da tecnologia. O agricultor recebe bônus de 69 quilos de grão para cada quilo de semente. O volume de grãos a ser entregue por saca de semente certificada contendo tecnologia RR foi definido pela média da produtividade da soja por estado. A Monsanto, através de sua assessoria, não revelou o número de produtores que compraram semente certificada da multinacional. (fonte: Correio do Povo)

Instituto de pesquisa lança projeto com raça Dorper A nova produção intensiva de carne ovina com a utilização de 150 embriões da raça Dorper, importados da Austrália (Australian International Sheep Corporation), concretizará o projeto de pesquisa do Sistema Intensivo de Produção de Ovinos, do Instituto de Zootecnia (IZ), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.(fonte: Secretaria de Agricultura de SP) Os embriões, que serão implantados em animais da unidade de ovinos do IZ, serão utilizados na formação de um plantel com 60 fêmeas puras de origem. A partir daí, pesquisadores selecionarão machos zootecnicamente superiores para realizar cruzamentos e obter animais puros de origem superiores. O trabalho de pesquisa tem por objetivo incrementar sistemas tecnológicos para produção de carne ovina, através da utilização de animais de alto valor zootécnico, aumentar a oferta de animais de alta produtividade, através da linhagem IZ e executar estudos para produção intensiva de cordeiros para abate precoce, além de desenvolver estudos de alimentação e cruzamento de animais com alto potencial zootécnico. Mercado – A produção de carne ovina tem viabilizado os pequenos e médios proprietários rurais com preços de R$105,00 a R$ 120,00 a arroba. O investimento em novas tecnologias possibilita diminuir cada vez mais a importação do cordeiro e aumentar o atendimento da demanda interna, que atualmente é muito deficitária. A raça Dorper - Proveniente dos cruzamento entre Dorset (raça lanado para corte) e Persian (Somalis, deslanado rabo-largo), os ovinos DORPER são semi-deslanados, compactos, de tamanho médio, com carcaça de excelente qualidade, com boa terminação de gordura e conformação. A raça é da década de 1950 e sua origem da África do Sul. Reuniões técnicas - A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, por meio do IZ - Instituto de Zootecnia, promove, há mais de uma década, estudos que dão suporte à ovinocultura paulista, tornando-se referência nacional e internacional nesta área. Na Agrishow, o IZ também está disponibilizando a comercialização de 11 reprodutores de ovinos das raças Morada Nova, Sulffok, Ile de France, Santa Inês. (fonte: Secretaria de Agricultura de SP) prenhezes, todas sexadas de fêmeas de excepcional qualidade. Entre as grandes matrizes selecionadas para terem seus embriões à venda neste remate, destacam-se os acasalamentos de: CEN 2751 Hariana (1646 x Carolina) com Panagpur; CEN 1287 Atriz (Taju em vaca 71) com Atamu POI e, CEN 2011 Eleita TE (1646 x CEN 975 Raia) com Cívico, do promotor Cadú Novaes e, de convidados, destacam-se: neta de Ópera acasalada com Nobre, Fanny da J. Galera com Enlevo da Morumgaba, filha de Valenciana com Helíaco da Java, filha da Espanhola com Big Ben da Santa Nice, entre outros. Na data do evento, os promotores e convidados estarão reunidos para acompanhar os lances no Restaurante Cantaloup – Rua Manoel Guedes, 474 – Itaim – São Paulo/SP. Mais informações podem ser obtidas no site www.nelorecen.com.br ou (011) 3887-3327. (fonte: Matriz da Comunicação)





Fonte: Da Assessoria

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