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Cultura
Terça - 10 de Janeiro de 2006 às 07:10
Por: Roseli Riechelmann

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O Espaço Cubo apresenta o calendário de programação 2006. O movimento cultural, agora alçando vôos ao patamar de Instituição Cultural, apresenta organização planejada e estruturada das ações que serão desenvolvidas durante o ano. A proposta é entrar em sintonia com os projetos nacionais e proporcionar integração sem choques de datas.

O planejamento estratégico foi criado há três anos, logo na fundação do movimento, mas foi ganhando importância à medida que meses e datas passaram a ter papel significativo na agenda do futuro Instituto. Hoje, eventos como o Festival Calango -que a partir de 2005 ganhou ainda mais notoriedade - ou mesmo o Festival Grito Rock, uma programação alternativa simultânea ao período carnavalesco, fazem parte do roteiro cultural nacional.

O calendário do Espaço Cubo traz em destaque as datas de todas as programações que a instituição participará de janeiro a dezembro de 2006. "Prezamos o planejamento das ações", destaca Ahmad Jarrah.

Para este ano os gerenciadores do Espaço Cubo inserem na programação até mesmo as reuniões as quais vão participar no Fórum Municipal de Cultura e no Fórum da Música. Esse último, um dos destaques também das ações lançadas em parceria com a sociedade civil organizada.

Todas as ações programadas para 2006 surgem a partir dos excelentes resultados conquistados nos anos anteriores. Destaque para 2005, em que os festivais ganharam repercussão nacional, bandas como Vanguart, Revoltz, Macaco Bong, Fuzzly, Lazy Moon e Lord Crossroad ampliaram o intercâmbio em festivais nacionais e ainda o Espaço Cubo oxigenou ações culturais integrando diferentes tipos de artes ao programa da instituição. O Festival Calango ampliou as atrações paralelas apresentando a Próxima Cena e o Calango em Vídeo.

"O Espaço Cubo é na verdade um laboratório de coisas", define Lenissa Lenza, uma das mentoras intelectuais da produtora Cubo, uma semente plantada há três anos e hoje ramificada em diferentes teias culturais.

As novidades para este ano são as ampliações do Festival Calango com a integração de outros países. "Vamos dar o pontapé inicial, com o objetivo de "linkar" o circuito com países também fora do eixo. O Festival pretende expandir a condição de interestadual para internacional", afirma Pablo Capilé.

Outro tópico em destaque no calendário para 2006 é a inserção do Festival Cerrado, reunindo bandas do Centro-oeste e Norte do país. Bem, todas as atividades pretendem "oxigenar", como destaca Capilé, o planejamento econômico cultural, além de mapear as atividades no Estado. "A idéia é que outras instituições façam o mesmo", conclui.




Fonte: A Gazeta

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