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Educação/Vestibular
Terça - 08 de Agosto de 2017 às 14:12

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assessoria

Os profissionais da área decidiram manter o estado de greve em assembleia geral realizada na escola Nilo Póvoas, em Cuiabá, ontem. De acordo com informações da assessoria de imprensa do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), o processo de negociação apontado pelo governo não assegura de forma imediata as reivindicações da categoria.

Após a avaliação sobre o atual cenário apresentado pelo governo, que já não é mais o mesmo da última Assembleia, os/as educadores/as definiram que ele não confere segurança.

Para o presidente da entidade, Henrique Lopes do Nascimento, os três pontos de pauta apresentam problemas de concretização. A integralidade da Lei 510/2013, sobre a dobra do poder de compra da categoria, por exemplo, só será consumada em 2018, diante de um futuro incerto. “Existe a chamada a pauta ‘bomba’ (Congelamento dos Gastos Públicos) enviada à Assembleia Legislativa de Mato Grosso, que pode impactar nos encaminhamentos dados as negociações”.

Segundo o presidente, também é incerto a efetivação do concurso público. “Ele determina quatro etapas de avaliação, porém, apenas uma tem data definida, as outras são uma incógnita. As políticas do governo, como Avalia-MT, o Pró-Escola, o Ensina Brasil, da forma que estão colocadas, não atendem as pautas defendidas pelo Sintep”.

A cobrança da categoria se estendem a eleições nas escolas para escolha de diretores e coordenadores escolares, como determina a Lei da Gestão Democrática nº 7.040/98. E mais, reivindicam o direito do Sindicato na participação no processo de construção e avaliação em qualquer processo de avaliação dos/as profissionais da Educação, conforme assegurado pela Lei Complementar nº 49 e 50/98.





Fonte: Só Notícias

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