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Saúde
Terça - 07 de Maio de 2019 às 11:00
Por: G1 MT

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Vacina contra gripe em Mato Grosso — Foto: SES MT
Vacina contra gripe em Mato Grosso — Foto: SES MT

Dezesseis mil pessoas, entre presos e agentes penitenciários, devem ser vacinados na campanha de vacinação contra influenza em Mato Grosso.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp), do total, são 13,5 mil presos e 2,5 mil servidores prisionais.

Só em Cuiabá, estima-se a aplicação, até o dia 10 de maio, de 5,1 mil doses de vacina, sendo 4,4 mil doses destinadas à população privada de liberdade e 700 direcionadas a servidores.

A Diretoria de Saúde do Sistema Penitenciário iniciou a campanha nas unidades prisionais de Cuiabá no dia 30 de abril. Nacionalmente, a iniciativa começou no dia 15 de abril, com previsão de encerramento em 31 de maio.

Os privados de liberdade e servidores do sistema penitenciário foram eleitos como grupos de risco pelo Ministério da Saúde devido à vulnerabilidade à doença, uma vez que pessoas que vivem em ambientes aglomerados estão expostas ao maior risco de contrair a infecção.

As doses ofertadas pela rede pública de saúde são trivalentes, ou seja, protegem contra três subtipos do vírus influenza. Em 2019, a vacina protegerá contra os vírus H1N1, o H3N2 e o influenza do tipo B Victória.

A versão tetravalente, comercializada na rede privada, protege contra os mesmos vírus mencionados, estendendo também a imunização contra o vírus influenza tipo B Yamagata.

Anualmente, a composição das vacinas é atualizada, baseada nas mutações constantes do vírus influenza e nos subtipos com maior probabilidade de circular no país nos próximos meses.

É importante a vacinação periódica, principalmente dos grupos de risco, pois não se trata da mesma vacina de um ano para o outro.

Todas as pessoas incluídas nos grupos de risco devem tomar a vacina, exceto aqueles que apresentem reações alérgicas graves a ovo (parte do processo de fabricação do imunobiológico).

Devem postergar a aplicação da vacina aqueles que apresentem febre, pois se trata de uma possível reação vacinal, assim como a dor no local da aplicação, comumente observada.





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