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Economia
Quarta - 22 de Maio de 2019 às 09:03
Por: Diário de Cuiabá

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Mais de 1,1 milhão de mato-grossenses estão inadimplentes no Estado, contingente representa, até abril, mais de 45% da população acima de 18 anos. A constatação faz parte do levantamento realizado mensalmente pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (MT).

Os dados mostram ainda que o número de inadimplentes em Mato Grosso caiu -0,86% na comparação anual ante abril desse ano ante abril de 2018. O resultado está na contramão do apurado no Centro-Oeste. Na região, o saldo de abril apontou alta de 1,57%. No país, em igual momento, houve crescimento de 2%.

Na comparação mensal – abril ante março - o número de devedores no Estado cresceu 1,67%. Na região Centro-Oeste, na mesma base de comparação, a variação foi de 1,47%.

Segundo a pesquisa ainda, a abertura por faixa etária do devedor mostra que o número com participação mais expressiva, em abril, foi o da faixa de 30 a 39 anos, representando 27,08% do total de consumidores com dívidas em atraso.

O setor com participação mais expressiva do número de dívidas em abril no Estado foi comércio, com 33,06% do total de dívidas.

MÉDIAS - Em abril de 2019, cada consumidor inadimplente tinha em média 1,933 dívidas em atraso. O número ficou acima da média da região Centro-Oeste (1,908 dívidas por pessoa inadimplente) e acima da média nacional registrada no mês (1,866 dívidas para cada pessoa inadimplente).

Para o superintendente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá), Fábio Granja, a inadimplência permanece estável em 2019, porém, com um esforço por parte dos inadimplentes em tentar quitar suas dividas. "O número de inadimplentes não tem crescido, mas temos percebido uma queda no número de dívidas, isso demonstra o esforço do mato-grossense em deixar o quadro de inadimplentes. A retomada da economia brasileira precisa ser mais rápida, precisamos gerar empregos e fazer a economia girar, mas para isso reformas como a da Previdência precisa ser aprovada. Isso poderá gerar mais confiança por parte de investidores e, consequentemente, para os consumidores.", afirmou ele.





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