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Cidades/Geral
Terça - 14 de Agosto de 2007 às 13:48
Por: Valdeque Matos

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Pelo projeto serão colocadas unidades móveis devidamente equipadas para prestarem atendimento às crianças e adolescentes

O Estado de Mato Grosso poderá ter unidades móveis ginecológicas para atender meninas e adolescentes de rua. É o que o sugere o projeto de lei apresentado pelo deputado Percival Muniz (PPS). “Com este projeto, queremos que o Estado atue na implementação de políticas públicas voltadas para a formação, orientação sexual destas crianças e adolescentes que vivem nas ruas, excluídas da sociedade, largadas a própria sorte”, justifica, observando que “essas nossas futuras mulheres” são as maiores vítimas de diversos tipos de câncer e das DST´s (doenças sexualmente transmissíveis).

Pelo projeto serão colocadas, através da Secretaria de Estado de Saúde, unidades móveis, que terão a quantidade de unidades determinadas pelo Estado, devidamente equipadas para prestarem atendimento às crianças e adolescentes, do sexo feminino, residentes nas ruas.

“Estas unidades móveis irão desenvolver ações de prevenção e diagnóstico do câncer ginecológico e DST´s. Oferecerão programas de orientação sexual, nutricional para gestantes e planejamento familiar. Promoverão a assistência antes e depois do parto com o intuito de reduzir a mortalidade materna. Além de orientar as menores sobre os perigos das drogas, bem como encaminhar para tratamento aquelas que estiverem viciadas”, enumerou o parlamentar socialistas alguns dos trabalhos que poderão ser desenvolvidos com a aprovação do projeto, melhorando a atuação do Estado na área de atendimento das crianças e adolescentes que vivem nas ruas das maiores cidades de Mato Grosso.

Segundo a proposta de Percival, cada unidade móvel deverá contar com um médico ginecologista, um psicólogo e uma assistência social para prestarem atendimento adequado às menores que vivem em situação de risco nas ruas.

Prevê, ainda, o projeto que a Secretaria de Estado Saúde poderá firmar convênio com órgãos federais, municipais, empresas sem fins lucrativos e entidades representativas da Sociedade Civil de Proteção da Criança e do Adolescente.





Fonte: Assessoria/AL

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