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Cidades/Geral
Quarta - 16 de Fevereiro de 2005 às 15:31

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A reunião do Colégio de Líderes, na Assembléia Legislativa, prevista para esta semana poderá por fim às especulações sobre a indicação das lideranças partidárias para as comissões permanentes da Casa. O argumento do presidente do legislativo, deputado Silval Barbosa (PMDB) é de que, todos os parlamentares sejam incluídos nas comissões num gesto de reconhecimento dos partidos que atuam no Parlamento.

Silval concorda ainda, que os deputados devem acatar sugestão do presidente da Comissão de Revisão do Regimento Interno, deputado Humberto Bosaipo (sem partido) de deixar as indicações dos membros das comissões, para depois da aprovação do Regimento Interno. “Isso é fundamental para que todos os partidos tenham representação nas comissões, porque se o regimento for seguido à risca, alguns partidos vão ficar sem representantes nas comissões”, destacou.

Já o deputado João Malheiros (PPS) garantiu que não haverá problemas para a composição das comissões, mas segundo o parlamentar, os partidos com maior representatividade na Casa têm preferência na proporcionalidade. “O entendimento facilita em muito a possibilidade das composições e os membros de cada comissão serão escolhidos de forma consensual. Por isso vamos nos reunir e buscar um entendimento, para que o PPS possa comandar as duas comissões mais importantes da Casa, que é a de Constituição e Justiça e a de Fiscalização e Acompanhamento de Execução Orçamentária”, disse Malheiros.

Enquanto isso, o líder do PFL no Parlamento, deputado Dilceu Dal Bosco, concorda também com os demais parlamentares de indicar os membros para as comissões somente após a aprovação do Regimento Interno.

“Primeiro se aprova a reforma do Regimento Interno e depois das Comissões Permanentes. Com isso, cada partido dentro de sua representação tem o número de vagas assegurado. Lógico, que o PFL e PPS, por ser as maiores bancadas na Casa, têm no mínimo uma vaga garantida em cada comissão. Já para os demais partidos é preciso a formatação de blocos partidários, isso irá possibilitá-los garantir nomes nas comissões”, observou.

O deputado Carlos Brito, que ainda está sem partido e que no ano passado não participou de nenhum bloco parlamentar, afirmou que a indicação dos membros das comissões seja feita a partir das novas regras definidas pelo Regimento Interno.

“Se houver a indicação partidária da minha filiação antes da composição dos membros das comissões, já o farei de acordo com o partido que estiver vinculado, mas não havendo essa circunstância a alternativa é me integrar a alguns dos blocos já existentes. Por isso acredito que também serão revistos pela mudança do Regimento Interno. A posição é de não me manter isolado, porque tenho interesse de participar das comissões”, disse.





Fonte: Secretaria de Imprensa/AL

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