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Politica MT
Segunda - 20 de Janeiro de 2014 às 14:13
Por: Ronaldo Pacheco

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Maurício Barbant / AL-MT

Partindo da premissa de que nenhum dos partidos tem capacidade de sair vitorioso individualmente na disputa pelo governo de Mato Grosso, o deputado estadual José Geraldo Riva, da Executiva do PSD, defende a manutenção – em 2014 – da unidade da aliança que reelegeu o governador Silval Barbosa (PMDB), em 2010. Ele entende que PSD, PMDB, PT, PR, PCdoB e PP, caso se mantenham unidos, dispõem de líderes capazes de manter a hegemonia eleitoral no Estado.

José Riva avaliou que a aproximação entre o PR e o PDT tende a ‘rachar’ a base republicana, em especial os deputados estaduais e segmentos ligados ao ex-governador e senador Blairo Maggi (PR). O parlamentar argumenta que a coligações equivocadas podem representar o distanciamento entre os filiados de qualquer partido. 

“Me perguntam sempre sobre essa possível coligação entre PR e PDT. Eu entendo que não adianta isso. O saudoso ex-governador Dante de Oliveira [já falecido] sintetizava bem esse assunto: não adianta coligar, se não levar a base. O PR não leva a base para o senador Pedro Taques, pode ter certeza que não leva, pode levar um pedaço, a parte que fica, seja maior ou menor, se encarrega de fazer o estrago”, observou ele, para a reportagem do Olhar Direto.

Riva também utilizou o mesmo argumento para comentar sobre a aproximação entre o DEM e o PDT. “Não adianta o Jayme [senador Jayme Campos], Júlio [deputado federal Júlio Campos] se aliar com o senador Pedro Taques, que a base não vai e a gente sabe disso”, avaliou o dirigente social democrata. 

Sobre o cenário para as eleições ao governo do Estado deste ano, Riva justifica que o grupo da situação, composto principalmente pelo PMDB-PT-PP-PSD, fará o sucessor de Silval Barbosa (PMDB).

“Temos um único candidato de oposição declarado, que é o senador Pedro Taques, do PDT, e tenho certeza que no grupo da situação, surgirão candidaturas fortes”, argumentou ele.

“Apesar desse quadro indefinido do grupo do atual governo, qualquer nome, seja do senador Blairo Maggi (PR), do empresário Eraí Maggi (PP), do suplente de senador Cidinho Santos (PR), do ex-vereador Lúdio Cabral (PT), do juiz federal Julier Sebastião (Sem partido), seja quem for, qualquer que seja vai ganhar a eleição porque a força do grupo é grande, dos municípios do interior é forte, vamos consolidar candidatura que vai fazer frente e com certeza, será vitoriosa”, pontuou Riva.

Fora do páreo 

O dirigente do PSD reiterou o desejo de não disputar mais eleição. “Minha decisão de não concorrer a pleitos eleitorais já vinha desde o mandato passado, mas naquela oportunidade me senti desafiado a concorrer. Tenho 26 anos de mandato, com muita dedicação, e isso me custou caro no campo pessoal e da saúde”, justificou ele, repetindo para o Olhar Direto o que antecipou, em entrevistas anteriores.

“Temos nomes para serem os herdeiros políticos, como da minha da minha filha Janaína, que é uma liderança nova, dinâmica, guerreira. No PSD, também temos vários nomes, como do vice-governador Chico Daltro, do ex-secretário de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf), Meraldo Sá, os deputados estaduais Walter Rabelo e Luizinho Magalhães, e outras lideranças, como da professora Nicinha, de Várzea Grande; Leandro Soares, de Barra do Garças”, citou Riva.





Fonte: Olhar Direto

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