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Sexta - 11 de Julho de 2014 às 16:53

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O deputado estadual José Riva (PSD) afirmou que não ficará calado diante dos ataques que, eventualmente, receberá em sua campanha a governador de Mato Grosso, e prometeu responder “à altura”.

Ele garantiu, porém, que não será o primeiro a desferir golpes contra os adversários.

Riva enfrentará, na corrida pelo Palácio Paiaguás, o senador Pedro Taques (PDT), o ex-vereador Ludio Cabral (PT), o jornalista José Marcondes “Muvuca” (PHS) e o advogado José Roberto (PSOL).

A tendência é de que a troca de farpas se concentre entre Riva e Taques, em função da “rixa” política entre ambos.

“Temos pouco tempo de rádio e TV e pretendemos focar o horário eleitoral em cima de propostas e ideias. Vamos evitar a campanha do ataque. Mas, vamos responder à altura toda vez que formos atacados”, afirmou.

“Não vamos atirar a primeira pedra, com certeza. Tem muita gente que fala em fazer campanha limpa, mas a sociedade sabe o que está acontecendo. Estou me referindo a muitos políticos, a todos que fazem isso”, afirmou.

O candidato se disse confiante no reconhecimento da população ao trabalho desenvolvido durante os 20 anos de mandato de deputado estadual, e cantou vitória.

“Eu preciso de quatro minutos e minha candidatura registrada para ganhar a eleição. O diferencial será nosso trabalho municipalista, que o povo de Mato Grosso já conhece. Não tem nenhum município sem ação nossa. Vocês vão ver que a sociedade mato-grossense reconhece o nosso trabalho. Vamos ganhar no primeiro turno”, afirmou.

Indiretas

Mesmo defendendo uma campanha limpa, Riva soltou indiretas contra o candidato ao Governo, senador Pedro Taques (PDT).

“Quero dizer que estou preparado e defendo uma campanha limpa. Aliás, parabéns ao desembargador Juvenal [Pereira, presidente do TRE-MT], que teve essa ideia, apesar de que tentaram roubar a ideia dele, mas essa iniciativa é dele, de abrir um debate entre os candidatos, um encontro para tentar evitar os ataques”, observou.

Em declaração à imprensa, durante a convenção do PDT, Taques defendeu um acordo para evitar que a campanha eleitoral deste ano não tivesse um “baixo nível”, e que a Justiça pudesse fiscalizar esse tipo de conduta.

“Eu tenho pouco tempo, quero ocupar ele com proposta, com ideias. Não vou ser o primeiro a atirar a pedra , mas se ela for atirada, eu vou saber me defender” , disse.





Fonte: Mídia News

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