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Terça - 31 de Julho de 2018 às 20:38
Por: Wesley Santiago/Olhar Direto

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O Aeroporto Internacional Marechal Rondon, localizado em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá), foi considerado o terceiro pior do país, entre aqueles que estão na Pesquisa de Satisfação do Passageiro, realizada pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. No estudo deste segundo trimestre, a média geral de satisfação dos terminais pesquisados foi de 4,35.


Cuiabá teve a nota geral de 4,22 – em um ranking que vai de 1 a 5, onde o primeiro é muito ruim e o último excelente -. Entre os aeroportos pesquisados, o da capital mato-grossense teve os piores índices nos seguintes quesitos: Qualidade das instalações de estacionamento de veículos (3) e disponibilidade de vagas no estacionamento de veículos (3,23).

No aeroporto de Cuiabá, o tempo médio de espera na fila para embarque na aeronave é de 14 minutos.

A Pesquisa mostrou que 76% dos 38 indicadores de percepção avaliados pelos passageiros nos 20 aeroportos registraram notas médias acima de 4, cumprindo a meta estabelecida pela Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias). Ao todo, foram ouvidas 20.525 pessoas no trimestre. Os viajantes são ouvidos diariamente por pesquisadores da Praxian – Business & Marketing e o nível de confiança do levantamento é de 95%, com margem de erro de 5%.

Nesta rodada, dos oito aeroportos da categoria que movimentam até cinco milhões de passageiros por ano, o recém-inaugurado terminal de Vitória (ES) teve a maior nota (4,59). Entre os oito terminais que movimentam de 5 a 15 milhões, Curitiba teve a melhor avaliação no trimestre (4,69). Já os quatro aeroportos que movimentam acima de 15 milhões de viajantes anuais, Brasília (DF) ficou com nota 4,40.

Pesquisa

Desde que passou a ser realizada, em janeiro de 2013, a pesquisa de satisfação já ouviu quase 350 mil pessoas nos 20 principais aeroportos, que estão divididos em três categorias baseadas no número de passageiros processados por ano.
Nestes cinco anos, a avaliação mostra que houve uma melhoria no preço dos produtos comerciais e nos preços dos alimentos, apesar de ainda serem as principais reclamações dos entrevistados.

Dados da Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério mostram que os entrevistados que possuem maior grau de escolaridade e maior renda costumam dar notas menores na Pesquisa. O mesmo acontece entre os passageiros mais frequentes, e os viajantes estrangeiros dão notas maiores do que os brasileiros.







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