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Agronegócios
Domingo - 17 de Maio de 2020 às 10:25
Por: Da Redação

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Mato Grosso não só se mantém como primeiro do ranking nacional na produção agrícola, como se distanciou do Paraná, segundo colocado. Pelo 8º levantamento da Safra 2019/20 da Conab, divulgado nesta semana, a produção mato-grossense prevista de 73,4 milhões de toneladas supera em 32,9 milhões de toneladas a paranaense.

São 2,6 milhões de toneladas a mais em relação à safra passada, quando a diferença ficou em 30,3 milhões, embora o percentual de aumento da atual safra paranaense em relação à anterior tenha sido superior à mato-grossense. Enquanto a produção de Mato Grosso cresceu 8,8% (67,49 milhões para 73,4 milhões de toneladas), a do Paraná aumentou em 11,7% (36,2 milhões para 40,5 milhões)

A produção mato-grossense representa 29% do total nacional previsto, de 250,9 milhões de toneladas, e 60% da regional (Centro-Oeste), de 120,7 milhões de toneladas. O vizinho Goiás se tornou o terceiro do ranking, ultrapassando Rio Grande do Sul, cuja safra teve uma queda de 27% em relação à anterior.

O Estado continua líder em soja, milho e algodão em caroço. Com uma safra de 34,9 milhões de toneladas, Mato Grosso responde por 29% do total produzido no país, estimado em 120,3 milhões de toneladas, e por 60% da região Centro-Oeste (50 milhões de toneladas), conforme o atual levantamento da Conab. O segundo maior produtor da oleaginosa é o Paraná (20,7 milhões de toneladas).

Com 34,4 milhões de toneladas previstas para a atual safra (2019/20), Mato Grosso colhe 33,8% do milho nacional (102,3 milhões de toneladas) e 61,3% do Centro-Oeste (56,3 milhões de toneladas). O segundo colocado é o Paraná, com 15,8 milhões, menos da metade da produção mato-grossense. Na sua cola, em terceiro está Goiás, com 12,7 milhões de toneladas.

Com 5 milhões de toneladas, Mato Grosso segue respondendo por mais de dois terços da produção nacional de algodão, estimada em 7,19 milhões pelo 8º levantamento da Conab, e por quase a totalidade (94,3%) das 5,3milhões de toneladas colhidas no Centro-Oeste. A Bahia é o segundo do ranking, com 1,4 milhão de toneladas.





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