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Opinião
Domingo - 19 de Junho de 2022 às 12:29
Por: Marcelo Augusto Portocarrero

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Estamos assistindo estarrecidos as falas desastrosas do inominável ex-presidente, ex-presidiário e provável ex-candidato de esquerda nas próximas eleições presidenciais.

Sim, porque suas ações e reações mostram um homem desequilibrado sinalizando a toda hora que se encaminha para o suicídio eleitoral, na esperança de que o salvem da morte política a cada passo que dá em direção ao patíbulo das urnas eletrônicas.

No entanto, ainda paira no ar a desconfiança de que tudo não passe de uma trama canhota com o ex-PSDBista, seu vice, ardil esse corroborado pela retirada programada da candidatura calça apertada e o silêncio sepulcral de ex-governador gaúcho. Pois é, acontece que se isso acontecer acabará por mostrar que tudo pode não passar de um blefe, aliás, mais um da oposição na tentativa de enganar os desavisados sobre o tipo de gente que são.

O último atentado por eles praticado contra o desenvolvimento do país e defendido pelo nine fingers foi derrubar a redução do IPI sob a alegação de prejuízos a um único e exclusivo programa de incentivo fiscais à Zona Franca de Manaus.

Não percebem os desinformados que essa situação abre um precedente a se recorrer perante qualquer futura tentativa de redução de impostos vez que dela restará mais um precedente jurídico causado pela intolerância ideológica a que estamos sendo submetidos, até porquê os argumentos utilizados para beneficiar a Zona Franca de Manaus estão perdendo a razão de existir dada a evolução dos processos industriais, da infraestrutura de transporte e dos meios de comunicação.

Provável destino da nova proposta de redução de impostos que, tudo indica, terá dificuldades para passar pelo mesmo crivo ideológico nos tribunais sob a alegação de causar reflexos nas eleições. As mesmas eleições que, pasmem, para os institutos de pesquisa seriam ganhas pela esquerda com folga e ainda no primeiro turno. Ora, ora, quanto desatino!

De qualquer forma, o que mais expõe a farsa do politicamente correto é o alinhamento de setores do legislativo e do judiciário quando fingem esquecer o estrago que as catástrofes da saúde com a “permanente” crise epidêmica que assola o mundo e a recente guerra Russo-Ucraniana, ambas aparentemente programadas para acontecer de maneira a dar ênfase à Agenda 2030, um pacto globalista composto de 17 objetivos e 169 metas, que pretende acabar com os direitos individuais a título de erradicar a pobreza e promover vida digna para todos.

Todos quem? Pergunta que não quer calar na consciência dos que serão as vítimas desse projeto autoritário que tem donos e não se importa em reduzir a população do mundo através do aborto, outros mecanismos de redução da natalidade e de métodos científicos como esses que estamos enfrentando desde o final de 2019, quando tudo começou e ser colocado em prática com o coronavírus chinês.

Aos que não conhecem toda a verdade por detrás das intenções de seus propositores e até apoiam o que está acontecendo sugiro lerem o Plano de Ação acima citado para tomarem conhecimento de como está sendo a atuação da ONU e seus apoiadores sobre as pessoas e o planeta na busca do que, dizem eles, irá fortalecer a paz universal. Para isso basta acessar os canais de pesquisa na internet e buscar pelos seguintes assuntos: Agenda 2030, Agenda 2030 da ONU e a redução populacional, Agenda 2030 – perigos e A verdade sobre a Agenda 2030.

Por outro lado, é fácil perceber ansiedade na procura de respostas naqueles que não têm condições nem discernimento suficiente para saber o que é certo ou errado ou, em última análise, o que é verdade e o que é mentira no universo político, porque na atual conjuntura não está fácil para ninguém separar o que é falso do verdadeiro, mas convenhamos, os sites de checagens que aí estão fazendo de conta que esse é seu papel carecem, eles próprios, de credibilidade para isso, basta saber quem os dirige. Todos, sem exceção, atuam em atenção a princípios ideológicos, portanto, sem a necessária isenção.

O que fazer para ter respostas críveis se de um lado permanece a dúvida e do outro a falta de informação?

Primeiro – esqueça os sites de checagem; Segundo – verifique quem são os verdadeiros proprietários das empresas de comunicação; Terceiro – leia, assista ou ouça as informações de fontes distintas sobre o assunto que lhe interessa ou desperta dúvida; Quarto – converse com amigos que têm opiniões diferentes sobre o que está sendo noticiado, as vezes o erro está em ouvir somente uma tendência; Quinto, aprenda a ouvir mais do que falar, porque entender é mais importante do que explicar. Daí então, tire suas conclusões.

Marcelo Augusto Portocarrero é engenheiro civil.



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