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Opinião
Terça - 25 de Janeiro de 2011 às 17:49
Por: Aladir Leite Albuquerque

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Estamos vivendo dias de calamidades em nosso país, e de,  forma  assustadora no planeta terra. São fatos catastróficos que têm acontecido no mundo, que infelizmente por último aconteceu no Rio de Janeiro. 

Esses fenômenos da natureza, através de terremotos, tsunamis, enchentes e deslizamentos, na verdade são evidências que sempre estiveram presentes, e creio que, de alguma maneira, Deus se comunica com os homens através de incidentes e acidentes naturais.

Por outro lado o mais importante que compreender a natureza através das catástrofes é extrair delas lições transformadoras para a nossa vida, nos dando oportunidades de adentrar novamente aos átrios da graça de Deus, as devastações e tragédias podem servir de revelações. 
 
Quanto aos gestores públicos, que são responsáveis e guardiões do meio ambiente, através da tecnologia e aplicação dos recursos públicos, para proteger os recursos naturais, infelizmente, muitas vezes, contribuem com esses fenômenos, não dando credibilidade a alguns setores da sociedade.      
   
A idéia de que Ele já fez tudo, e de que, não há nada que precisamos ou possamos fazer em nossa vida é, nada, porque nosso orgulho e auto-suficiência são confrontados em tempos de calamidade. As catástrofes é uma oportunidade para averiguarmos e avaliarmos no que é que temos investido.
 
Nossas prioridades e conceitos precisam ser revistos. Precisamos, no entanto, revermos e repensarmos nossa linha de pensamento, a visão que temos acerca de Deus, estas devastações são maneiras que Deus encontra de nos dizer outra vez, que somos pó.
 
Precisamos dele. Não há nada em nós que nos faça maiores que aqueles que morrem soterrados. Necessitamos de Deus mais do que, do ar que respiramos.

É doído dizer que na tragédia, devemos repensar nossa eficácia, nosso comprometimento, forma de cultuar, de programar, de agendar, é efetivamente na hora da calamidade, que com muita humildade realizamos tais exercícios.
 
Por último, Cristo relaciona a calamidade com a vida infrutífera. Ele conta a parábola da figueira que, não produz e que ocupa espaço na terra, que merece ser cortada. O lavrador intercede, pedindo que, mais um ano, lhe seja concedido. Ele se propõe a adubar e cuidar da árvore, para que esta possa produzir. E esse prazo é dilatado; a oportunidade é concedida.
 
Em tempos de pânico, Deus está. A calamidade é inevitável – Ele disse que teríamos aflições (João 16.33). Mas Ele também disse que estaria conosco todos os dias, incluindo os dias mais trágicos (Mateus 28:20). Tornemos, pois, a calamidade em uma nobre chance de rever conceitos, prioridades e valores. Que Deus tenha misericórdia de nós!

ALADIR: - O SERVIDOR – UM NOVO TEMPO VIRÁ
aladirrocha@gmail.com



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