Artigos Opinião
O comércio aponta o futuro de Cuiabá
Aos 307 anos, Cuiabá volta a encarar um ponto decisivo. O Centro Histórico, que já concentrou movimento, encontros e prosperidade, hoje exige uma nova leitura sobre sua ocupação. E, mais uma vez, o caminho passa pelo fortalecimento do comércio.
Álcool: A droga que a sociedade ainda se recusa a problematizar
Não se trata de falta de informação. Os efeitos do álcool sobre a saúde são amplamente conhecidos e documentados. Ainda assim, seu consumo segue não apenas aceito, mas incentivado socialmente. A contradição é evidente — e, ao mesmo tempo, profundamente naturalizada.
Treino e desgaste do coração
Mas existe um ponto que quase ninguém fala e que muda completamente o jogo: treinar mais não significa treinar melhor. E, em muitos casos, não significa treinar com segurança.
Picolé
Quatro ou cinco pessoas que leram o relato e que moravam no mesmo lugar na época, falaram que não se lembravam dessa tal história e que eu estava inventando coisas.
Propósito e gratidão
Foi nesse contexto que nasceu o SER Família, pensando na superação, na esperança e no respeito, tendo a família como o nosso maior pilar. Com o tempo, o programa se consolidou como uma das maiores políticas sociais do estado, com milhões de atendimentos e presença em todos os municípios, levando dignidade e apoio a milhares de famílias.
Lucas do Rio Verde x Várzea Grande
Esse contraste ganha ainda mais relevância no atual cenário político de Mato Grosso. Ao se discutir nomes para o governo do Estado, três figuras aparecem com frequência; Otaviano Pivetta, Jaime Campos e Wellington Fagundes.
Doris Day: doçura e autonomia
Há algo de profundamente revelador e incômodo na forma como a história do cinema tratou Doris Day. Durante décadas, sua imagem foi cuidadosamente embalada como a personificação da “boa moça americana”. Ela sempre trazia o sorriso impecável, a moral inabalável, e uma feminilidade sem arestas.
Que MT continue no rumo certo
No começo, muitos não entenderam. Fui calorosamente vaiado. E não havia como julgar essas vaias, porque vinham de quem estava cansado de ouvir promessas não cumpridas e de sofrer as consequências de duas gestões desastrosas que me antecederam.
Patologia da intolerância e medo do novo
Uma contrariedade, que se verifica sistematicamente a cada véspera de eleição, tenta “vacinar” o eleitor contra qualquer alternativa que fuja do controle das oligarquias partidárias. Ao tratar a entrada de um nome do setor empresarial como um movimento previsível ou “mais do mesmo”, a mídia tradicional pode estar tentando esconder o seu próprio pavor: o de perder o monopólio da narrativa e, com isso, o acesso aos cofres públicos que a sustentam.
A morte da esfera pública
Justo ele assistir a tudo isso. Ele, que gastou mais de quarenta anos de sua vida examinando e tentando entender e desenvolver reflexões e métodos que poderiam auxiliar a esfera pública a ter uma abertura maior às demandas sociais e, pelo diálogo, buscar elementos que pudessem contemplar todas as pessoas que, em determinada sociedade civil, coexistissem.
