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Opinião
Quinta - 11 de Abril de 2019 às 06:44
Por: Roland Gradinger

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Pode parecer coisa de filme, mas é possível investir no sonho de matricular seu filho em escolas que são referência em educação. Além de acessar os melhores currículos do planeta, com aulas extras em artes, esportes e até robótica, turmas com até 20 alunos e tutor individual, a formação oferece passaporte para universidades de alto nível.

É frequente que seus alunos entrem em Harvard, Stanford, Yale, Oxford, Cambridge, Princeton, ou outras instituições importantes, em diversos países. Nos Estados Unidos, estudaram em escolas particulares artistas como Ariana Grande, Bruno Mars, Taylor Swift e Jennifer Aniston.

Quem não gostaria de frequentar a escola onde o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez o ensino fundamental e médio? Na Punahou School, a maior e uma das mais antigas instituições de ensino norte-americana, a mensalidade anual chega a US$ 60 mil (cerca de 200 mil reais) e inclui uma infinidade de atividades.

Situada na região francesa da Suíça, Leysin é uma estação de esqui nos Alpes, que abriga o campus da prestigiada Leysin American School, fundada em 1960 e responsável pela educação de vários membros da realeza. São 340 alunos de 57 nacionalidades integrados à ‘escola sem muros’, uma das mais prestigiadas, mas, que possui custo anual de 380 mil reais.

Já na ensolarada Flórida, a TKA (The Kings Academy) é a ‘queridinha’ dos artistas, possui campus próximo de praias exóticas, complexo de atletismo, piscina olímpica e centro aquático, academia de tênis, estúdio de produção de televisão e cinema e um centro de artes performáticas de 23 mil m², ou seja, é um verdadeiro sonho!

Ainda oferece 21 cursos avançados, 65 bandas, coros, clubes e outras atividades estudantis. Os alunos ficam em alojamentos de dormitório residencial, que são casas de dois andares junto à comunidade local com salas de estudo, de jogos, piscinas e áreas desportivas. Aliás, existem inúmeros outros exemplos de escolas como estas que estão ao alcance dos jovens brasileiros.

Neste momento você deve estar se perguntando: qualquer um pode estudar no exterior? O intercâmbio de ‘high school’ é voltado para jovens de 13 a 18 anos (em alguns casos, 14 a 19) que querem cursar um semestre ou um ano do ensino médio no exterior. Para poder se inscrever, é preciso ter boas notas e apresentar proficiência intermediária na língua do país onde irá estudar.

Os períodos de embarque ocorrem entre julho e agosto (início do ano letivo) ou janeiro e fevereiro. Entre os países disponíveis estão: EUA, Canadá, Austrália, Inglaterra, Irlanda, Nova Zelândia, Suíça, Alemanha, Argentina, Chile, Espanha e França. A cartela de idiomas varia entre inglês, francês, alemão e espanhol.

Mais que escolher a escola, é importante investir na preparação e acompanhamento da família no processo que antecede a viagem, o que inclui palestras e encontros com pais e estudantes. A consultoria deve prosseguir durante todo programa, com uma unidade local atendendo o intercambista a qualquer momento do dia ou da noite.

Diante das complexidades que envolvem o planejamento de uma experiência como essa, a palavra-chave sem dúvida é segurança. É preciso nos cercar de cuidados para que os adolescentes realmente possam desfrutar do melhor ensino possível, tendo momentos que serão desafiadores, mas muito ricos e inesquecíveis.

Aliás, o ‘high school’ pode ser uma experiência única, que permitirá um mergulho cultural do qual o aluno não voltará o mesmo. Longe de ser um gasto, buscar educação de qualidade, nas melhores escolas do mundo, vai garantir sem dúvida um futuro excepcional para os nossos jovens.

É importante ressaltar ainda que estão em formação, hoje, nessas escolas de países que são referência em educação as mentes criativas de pessoas que poderão transformar o rumo da história da humanidade. Isso não é o máximo?

Roland Gradinger, graduação em Turismo pela Escola de Hotel Management & Tourism (Áustria), formação em Sommelier, diretor da Experimento Intercambio Cuiabá,rgradinger@experimento.com.br



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