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Opinião
Sexta - 12 de Junho de 2020 às 06:14
Por: Nathany Gomes

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“Enquanto uns choram, outros vendem lenço”. Esse ditado popular tem muito a ver com a crise financeira enfrentada pelo mundo, decorrente da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Com a suspensão das atividades econômicas, como forma de prevenção ao contágio da doença, muitos empresários foram “pegos de surpresa” diante deste cenário, classificado por muitos deles como algo nunca visto antes.

Os índices de desempregos e empresas que não conseguiram sobreviver à crise bateram recordes. Mas por outro lado, setores como indústrias de máscaras e álcool em gel tiveram um crescimento significativo.

De acordo com site Guia da Farmácia, por causa do coronavírus, as vendas de máscaras registram um aumento de 117% este ano. Já do álcool em gel, esse índice foi de 53%.

Os itens fazem parte das medidas de biossegurança impostas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no combate a proliferação do Covid-19.

Com a suspensão das atividades econômicas, como forma de prevenção ao contágio da doença, muitos empresários foram 'pegos de surpresa' diante deste cenário

Todas as atenções foram voltadas à pandemia e suas consequências, acompanhadas de muitas perguntas e poucas respostas.

Foi preciso mudar, pensar e repensar. As estratégias adotadas anteriormente foram reformuladas ao momento atual, evitando a falência de seus negócios.

E é muito fácil ver esses bons exemplos bem pertinho de nós. Em tempos de crise, algumas empresas, aqui mesmo da Capital, bateram seus recordes de vendas, pois enxergaram na internet, junto às redes sociais, uma oportunidade de se multiplicarem.

Disciplina, foco, determinação, responsabilidade e planejamento são alguns dos ingredientes essenciais para uma verdadeira receita de sucesso.

Aos poucos, o comércio começa a reabrir, com uma única exigência, respeitar as medidas de biosseguranças indicadas pela OMS, preservando a saúde dos prestadores de serviços e seus clientes.

A higiene pessoal, o distanciamento social, citados incansavelmente pelas autoridades de saúde como forma mais eficaz de proteção, trouxe à tona um comportamento que no pós-pandemia deverá ser cotidiano entre a população, afinal, as doenças de forma geral nunca deixam de existir, mas se cada um fizer a sua parte, através desses gestos vidas serão salvas.

A velha rotina, aquela ao qual estávamos acostumados, é algo ainda meio tímido entre nós, mas com certeza não será mais como antes. Em breve a boas notícias serão anunciadas e futuramente entenderemos o motivo de passarmos por isso. A mudança tem dessas coisas, é como um professor, primeiro ensina a lição, depois aplica a prova.

Finalizo com uma frase, que acredito traduz esse meu pensamento: “As espécies que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes, mas sim aquelas que se adaptam melhor às mudanças.” (Charles Darwin).

Nathany Gomes é jornalista em Cuiabá.



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