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Opinião
Quarta - 25 de Novembro de 2020 às 10:47
Por: Licio Antonio Malheiros

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A política está relacionada diretamente com a vida em sociedade, no sentido de fazer com que cada indivíduo expresse suas diferenças e conflitos sem que isso seja transformado em um caso social.

Das 18 capitais brasileiras, nas quais irá acontecer o segundo turno; Cuiabá apresenta situação sui generis em função do confronto acirrado, entre Emanuel Pinheiro (MDB) e Abílio Júnior (Podemos).

Nesta última semana vem acontecendo um festival de denúncias, algumas infundadas e inconsistentes, outras pautadas na verdade e credibilidade, tendo em vista, a consistência e veracidade dos fatos.

A chamada em questão tem como vertente à liberdade de escolha, a mesma, está assegurada no Art. 5º, todos somos iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros, uma gama de direitos o principal deles a inviolabilidade do direito à vida. Neste caso específico direito à liberdade, principalmente a de escolha, ao candidato A ou candidato B.

Nos dias atuais as redes sociais vêm se tornado um aliado da população brasileira, pois tudo que acontece, tanto as boas notícias como as ruins são gravadas e divulgadas, nas redes sociais.

Agora quando este vazamento acontece em relação a órgãos públicos, aí a coisa muda de figura, como aconteceu em 2016, quando o presidente da Metamat Elias Neto, “em um áudio, no qual um homem diz que o governador estava convocando todos os servidores de cargos comissionados para uma reunião. E de forma incisiva e com tão de ameaça dizia que quem não fosse seria exonerado da função no dia seguinte”.

Acreditávamos piamente, que esses métodos pouco ortodoxos e vergonhosos teriam sidos extirpados de vez das nossas vidas, porém eis que surge outro áudio, desta feita, com a fala da senhora Miriam Pinheiro no qual ela diz “nós agora temos que unir tá?

Porque cada um daqui de vocês, sei que a maioria aqui não é concursado, mesmo aqueles que são concursados dependem do “plus” que recebem a mais tá?

Então gente, se agente não lutar aqui com unhas e dentes, como falei lá, eu vou ser uma pedra no sapato de todos aqui, vocês me desculpem, porque sou estressada sou prática eu sou ligeira, eu não gosto de nada enrolado, vamos para a rua às 18 horas todo mundo, todo mundo precisa do cargo aqui, não é pressão psicológica, uma já lá na reunião já falou que não vai, foi sincera, então assim, já sei que com ela não poderei contar, tá?

Também, é uma “consequência” dela, né?! Ela quem esta falando! Então quero a ajuda de vocês, sinceridade..............”, como o áudio é muito prolixo resumi.

Não estou aqui criando nenhum factoide, estou apenas pautando pela verdade doa a quem doer, pois esse tipo de manobra independentemente de se tratar de: direita, centro ou esquerda; esse tipo de manobra sórdida e vergonhosa tem que acabar, pois vivemos em um país democrático, cada qual, tem o direito de escolher e votar em quem lhe convier, isso tem que acabar.

Pare o mundo, quero descer!


Licio Antonio Malheiros é geógrafo.



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