Publicado em Segunda - 07 de Outubro de 2019 | por Paulo Lemos

Opinião Como se preserva a imagem de uma instituição?

Como se preserva a imagem de uma instituição? Quando a sociedade vê que quem pratica crime nela é punido. Não quando ela descobre que os criminosos ficaram impunes e estão no comando.

A primeira acusação feita pelos malfeitores contra alguém que não teme a opinião pública, na verdade vê nela uma aliada de primeira hora, e denuncia seus malfeitos dentro ou fora da instituição, perante as instâncias e autoridades competentes, praticados por algumas pessoas, minoria, é a de que quem não contemporiza, faz vistas grossas e fica em silêncio, quer enfraquecer a entidade.

É uma total inversão de valores!

É a cultura do biombo, onde todo tipo de violência não pode ser vista, nem ouvida do lado de fora, como era com os escravos. E quando havia uma insurgência, ou pelo menos um se rebelava, o capitão do mato escondido no "barranco alto" e/ou no "barranco baixo" saía em disparada atrás deles.

A única forma de fortalecer o coletivo é cortar na carne, mesmo que o sangue vertido seja visto pelo grande público

Precisamos romper com esses grilhões, como Zumbi dos Palmares e tantos outros e outras, que nos dão fé e esperança.

Quem quer corromper a entidade, já corrompendo, é que joga a credibilidade dela na lata de lixo, pisoteia na sua história e demonstra nenhum compromisso com ela, sendo um párea em seu território.

A única forma de fortalecer o coletivo é cortar na carne, mesmo que o sangue vertido seja visto pelo grande público, testemunha ocular da história, que será implacável com os golpistas e fraudadores.

Assim, a sociedade saberá que nesse lugar não há espaço para bandidismo e picaretagem, pois a impunidade não reina, e, sim, a justiça e ética.

Não se limpa sujeira jogando debaixo do tapete, tampouco na escuridão de portas e janelas fechadas. Ela tem de ser exposta e varrida para fora, independente de quem veja.

Tentar esconder é em vão. Porque o cheiro fétido da podridão será sentido por todos que passarem por perto. Porque se tentarem impor o silêncio obsequioso, ao custo de difamação e tentativa de intimidação, até as pedras das ruas falarão a verdade e farão justiça.

Eles passarão, nós passarinho. Que venham os próximos round's de profilaxia institucional, de químeo e radioterapia contra o câncer instalado, antes que dê metástase, alcançando cerca de 56 cidades, fora a da economia solidária, atingida sem escrúpulos, por pessoas absolutamente inconsequentes, que velipendiaram a honra e dignidade de dezenas, senão mais de uma centena de pessoas, até por quem tem a missão na localidade de cuidar delas.

E cada um derrube a máscara e mostre de que lado está, sem conversa fiada e falsas justificativas. Em cima do muro é o lugar dos covardes e/ou vagabundos.

Paulo Lemos é advogado e filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT) em Mato Grosso (MT)

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Opinião Qual o efeito da blindagem?

Publicado em Domingo - 06 de Outubro de 2019 | por Gabriela Carvalho

Concordo que nem todas as informações precisam chegar até seu líder, é necessário que haja uma avaliação anterior, por isso o controle das ações são de suma importância dentro do contexto das deliberações - para alcançar o melhor resultado.

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Opinião Enfim, uma linguagem amazônica

Publicado em Domingo - 06 de Outubro de 2019 | por Onofre Ribeiro

A Europa teve sucessivas guerras no século passado. No final do mesmo século teve a união de todos os países debaixo de uma única federação. Eram países com forte identidade que tiveram que se submeter a um governo genérico. Isso não se dá em clima de plena paz social ou psicossocial. Tampouco política ou econômica.

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Opinião Crônicas de um país que não existe

Publicado em Sábado - 05 de Outubro de 2019 | por Eustáquio Rodrigues Filho

O interessante, nesse país que é uma mistura de contos da carochinha com contos de Stephen King, é que se alardeia que não há dinheiro para construir hospitais, saneamento básico e escolas, mas torra-se 2 bilhões de reais num tal fundo eleitoral para eleger os larápios e malfeitores acima.

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Opinião Outro caminho para o Brasil

Publicado em Sábado - 05 de Outubro de 2019 | por Wellington Fagundes

Hoje em dia, as rodovias concentram 63% do escoamento da produção, enquanto o modal aquaviário movimenta apenas 13%, aí incluídos os segmentos hidroviário e de cabotagem. Para efeitos de comparação, na China, mais da metade de toda a produção é escoada pelo modal aquaviário.

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Opinião Velha política se fortalece

Publicado em Sexta - 04 de Outubro de 2019 | por Junior Macagnan

O Supremo Tribunal Federal (STF) legislando uma nova regra, que pode retroagir e beneficiar todos os condenados pela operação Lava Jato, operação esta que tem previsão de devolução de quase R$ 50 bilhões. Valores que poderiam ser usados na saúde, educação e segurança, mas que infelizmente foram desviados pela corrupção sistêmica.

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Opinião Porte de arma para advogados

Publicado em Sexta - 04 de Outubro de 2019 | por Gisele Nascimento

Eu nem sabia da existência desse projeto, mas em meu pensamento interno já tramitava de forma recorrente essa ideia, principalmente, toda vez que eu pegava a estrada.

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Opinião Na América do Sul

Publicado em Quinta - 03 de Outubro de 2019 | por Alfredo da Mota Menezes

Não esquecer que no Uruguai, outro parceiro do Mercosul, o governo também é de esquerda. No Chile, tem alguém da direita no poder cercado pelo forte grupo de esquerda de Michele Bachelet, aquela que Bolsonaro não gosta.

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Opinião Chegou o período da piracema

Publicado em Quarta - 02 de Outubro de 2019 | por Romildo Gonçalves

Dia 01 de outubro de 2019 começa oficialmente o período defeso ou piracema como queira nos rios mato-grossenses, com término previsto para 31 de janeiro de 2020 o que eu como pesquisador acho muito curto período pela importância da causa.

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Opinião Avental sem rosto

Publicado em Quarta - 02 de Outubro de 2019 | por Renato Gomes Nery

E algumas delas têm o discernimento da condição em que vivem, com afirmação como esta: eu somente vou pintar a casa depois que o seu pai morrer, porque assim eu pinto com a cor que eu quero!

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